Economia colaborativa: saiba tudo sobre o assunto

Economia colaborativa: saiba tudo sobre o assunto

Se alguém perguntar para você qual foi um dos principais marcos da década de 2010, muito provavelmente a resposta foi o amadurecimento do que ficou conhecido como economia colaborativa.

Sabe a facilidade de poder pegar um Uber a qualquer momento? Ou de alugar um quarto para um fim de semana ou mesmo para passar as férias diretamente com o morador? Quem sabe contratar um serviço de limpeza para a sua casa sem precisar vincular algum contrato, tendo apenas a tecnologia como intermediária?

Pois é, tudo isso se trata de economia colaborativa, também conhecida como economia compartilhada.

Ela se baseia em um modelo de negócios em que é preciso a confiança das pessoas para que possa prosperar.

A tecnologia, nesse processo, é uma facilitadora. Quanto mais pessoas estão inseridas dentro da economia colaborativa, maiores são os ganhos para quem trabalha dessa forma.

Mas, como surgiu essa história de economia colaborativa? Vamos explicar os detalhes a seguir.

História da economia colaborativa

O termo economia colaborativa foi utilizado pela primeira vez em 2010 pelos escritores Rachel Botsman e Roo Rogers, autores do livro “O Que é Meu é Seu”.

Eles explicaram que, com os “recursos abertos e compartilhados”, possibilitados pela tecnologia, houve um aumento na criação de novos modelos de produtos e serviços que, hoje em dia, podem ser contratados na palma da sua mão.

Importância dos smartphones

Embora já nos anos 1990 e 2000 sites como eBay e Amazon, nos Estados Unidos, permitissem a compra e venda de itens usados por outras pessoas, permitindo que elas faturassem nessa transação sem ter que construir uma plataforma própria, a partir da adoção em massa dos smartphones os serviços de economia compartilhada começaram a conquistar novos consumidores.

Ou seja, a facilidade da tecnologia inspirou a criação de serviços que permitissem cada vez mais o exercício da economia compartilhada.

Por exemplo, com o aprimoramento dos serviços de GPS, aplicativos de carona como Uber e 99 ampliaram seu espaço, principalmente em grandes cidades, como São Paulo e Rio de Janeiro.

A tecnologia cada vez mais eficiente dos sistemas de pagamento também foi importante para que as pessoas cadastrassem seus cartões de crédito para utilizar serviços como iFood e Rappi que, além de terem trabalhadores intermediários, como motociclistas e bikers, facilitam o contato do consumidor com os restaurantes.

Economia baseada nas pessoas

O avanço da tecnologia tem facilitado cada vez mais o intermédio das pessoas e os produtos ou serviços de interesse. Isso tem movimentado um novo tipo de economia mais informal - algo importante, tendo em vista o alto índice de desemprego no Brasil nos últimos anos, que atingiu 12 milhões de pessoas em 2019.

Tudo isso porque existe uma altíssima adoção dos brasileiros em relação a serviços de economia compartilhada. Segundo dados mais recentes da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) sobre o assunto, 74% das pessoas de todo o país, de alguma forma, utilizaram um serviço desse tipo.

Isso mostra que as pessoas estão dispostas a adquirir algum produto ou serviço baseado na confiança com os outros. Dessa forma, todos saem ganhando em uma transação benéfica para múltiplas partes.

Economia colaborativa e consórcio: o que elas têm em comum?

Desde que foi criado, o consórcio sempre dependeu da colaboração de todas as pessoas envolvidas, para que funcione de forma efetiva.

Isso porque o consórcio funciona da seguinte forma: ao fechar contrato, você entra em um grupo de pessoas que também estão investindo em um bem parecido com o seu.

Por exemplo, se você estiver pagando por uma cota de consórcio de automóveis de R$ 50 mil, deve participar de um grupo de pessoas que pagam por um bem semelhante ao seu.

Todos os integrantes do grupo contribuem para um fundo comum, que é financiado pelos consorciados. Como todos estão contribuindo ao mesmo tempo, a forma mais justa para que todos tenham acesso ao bem é pelos sorteios mensais. Esses sorteios podem acontecer tanto no primeiro, quanto no último mês.

Para que os grupos funcionem, é preciso que todos os consorciados paguem em dia as mensalidades. Esse compromisso não só mantém o segmento de consórcio, como permite a todos os integrantes garantirem o acesso aos bens durante o pagamento das mensalidades.

Grupos com altos índices de inadimplência podem representar um risco para a administradora. Por isso mesmo ela faz cobrança de taxa de administração, para gerir o grupo, e a cobrança de fundo de reserva, para se preparar caso o grupo tenha um grande número de inadimplências.

Outra forma de garantir saúde para o grupo e, inclusive, conseguir ser contemplado mais rápido, é via lance. Com o lance, o consorciado pode fazer a oferta de um alto valor, que serve para amortizar as parcelas seguintes.

Caso o valor do lance seja o maior daquele mês, o consorciado é contemplado e já antecipa as mensalidades restantes.

É exatamente por ser uma modalidade colaborativa de pagamento que o consórcio oferece mais vantagens que o financiamento, por exemplo. Se por um lado o consumidor não tem acesso direto ao bem, por outro paga bem mais barato pela casa, carro ou serviços.

Por conta disso, o consórcio não realiza cobrança de juros ou exige o pagamento de uma entrada. Você pode investir em uma casa ou um carro pagando diretamente as mensalidades do consórcio, sem precisar comprometer boa parte dos seus rendimentos mensais.

Para que mais pessoas possam investir em um bem por meio do consórcio, é possível fazer uma simulação do valor da carta de crédito antes mesmo de fazer a contratação. Por meio do simulador, basta inserir o valor correspondente ao bem e o total de mensalidades que deseja pagar.

Após inserir os dados, o simulador retorna com opções de mensalidades. Caso ainda tenha dúvidas depois dessa fase, fique tranquilo: um especialista de consórcio vai entrar em contato, para tirar todas as dúvidas e esclarecer como funciona a modalidade.

Consorcio Embracon
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