Entrar em um consórcio é uma excelente forma de planejar a compra de um bem de alto valor, como um carro ou imóvel, sem precisar pagar juros. No entanto, um dos momentos mais aguardados por quem participa é a contemplação, ou seja, quando o consorciado recebe a carta de crédito e pode finalmente realizar a compra desejada.
Entre as estratégias para antecipar esse momento, está o lance, que pode aumentar as chances de contemplação antes do sorteio. Mas será que dar um lance de consórcio no primeiro mês é uma boa ideia? Entenda melhor sobre essa possibilidade a seguir!
O que é o lance de consórcio e como funciona?
O lance de consórcio é uma forma de tentar ser contemplado mais rapidamente dentro do grupo. Ele funciona de maneira parecida com um leilão: o consorciado que oferece o maior valor de lance tem mais chances de ser escolhido na assembleia mensal, junto aos sorteios.
O valor ofertado é abatido do saldo devedor, o que significa que o participante paga uma parte do consórcio antecipadamente. Se for contemplado, ele recebe a carta de crédito e continua pagando as parcelas restantes, já com o desconto do lance dado.
No consórcio, existem três modalidades principais de lance, e entender como cada uma funciona é essencial antes de decidir em qual momento ofertar:
1. Lance livre
O lance livre é a modalidade mais comum. Nesse caso, o consorciado escolhe o valor que deseja ofertar (normalmente, um percentual do total do crédito) e a administradora seleciona quem deu o maior lance entre todos os participantes.
Por exemplo: se o grupo for de R$ 200 mil e você ofertar 20% (R$ 40 mil), sua proposta será comparada às demais. Se for a maior, você será contemplado.
Por isso, a modalidade é ideal para quem quer competir com liberdade e tem uma reserva financeira disponível logo no início do plano.
2. Lance fixo
No lance fixo, o percentual de lance é previamente definido pela administradora do consórcio – geralmente entre 25% e 30% do valor da carta de crédito, mas essa informação está no contrato.
3. Lance embutido
O lance embutido é uma alternativa para quem não tem dinheiro disponível no momento, mas ainda assim quer tentar antecipar a contemplação.
Nesse caso, o consorciado usa parte do valor da carta de crédito para dar o lance. Por exemplo, se a carta for de R$ 100 mil, ele pode ofertar um lance embutido de R$ 20 mil. E aí, se for contemplado, receberá R$ 80 mil para adquirir o bem (menos R$ 20 mil do lance).
Essa modalidade é muito usada por quem não dispõe de um valor guardado, mas quer acelerar a conquista do objetivo.
Ofertar um lance de consórcio logo no primeiro mês é uma boa estratégia?
Dar um lance no primeiro mês pode parecer tentador – afinal, quanto antes a contemplação, melhor, certo? Mas nem sempre essa é a estratégia mais vantajosa.
Isso porque, no início do grupo, há uma quantidade maior de participantes ativos e muitos interessados em antecipar a contemplação. Isso faz com que a concorrência pelos lances seja mais alta, exigindo valores expressivos para ter chances reais de ser contemplado.
Além disso, no primeiro mês, o consorciado ainda não conhece o comportamento do grupo, ou seja, não sabe qual é o percentual médio de lances ofertados. Essa falta de referência pode fazer com que ele dê um lance muito alto e comprometa o orçamento sem necessidade.
Por outro lado, há situações em que o lance no primeiro mês pode ser vantajoso, especialmente se o consorciado:
Possui uma reserva financeira sólida
Quer adquirir o bem com urgência
E já calculou o impacto do lance no seu planejamento financeiro
Se essas condições forem atendidas, dar um lance no primeiro mês não é ruim, apenas exige cautela e estratégia.
A dica é observar as primeiras assembleias e, se possível, conversar com o consultor da administradora para entender o histórico médio de lances vencedores. Assim, você pode ofertar um valor competitivo e equilibrado.
Qual o mês ideal para dar um lance de consórcio?
Não existe uma regra única para o momento perfeito de dar o lance, pois isso depende do perfil do grupo e dos seus objetivos.
Porém, os melhores meses para dar um lance costumam ser aqueles em que há menor movimento financeiro no grupo. Isso acontece porque, com o passar do tempo, parte dos consorciados podem atrasar parcelas, desistir ou adotar uma postura mais cautelosa.
Ou seja, depois dos primeiros meses, o número de concorrentes ativos nas assembleias tende a diminuir, e as chances de contemplação aumentam mesmo com valores menores de lance.
Outro ponto a considerar é o seu próprio planejamento financeiro. Dar um lance só é vantajoso se ele não comprometer sua reserva de emergência ou gerar dívidas. O ideal é ofertar um valor que caiba no seu orçamento, garantindo tranquilidade mesmo após a contemplação.
Lembre-se: o consórcio é uma modalidade de compra planejada, não uma corrida. A ideia é conquistar seu bem com segurança e sem pressa, aproveitando as vantagens de um investimento coletivo e disciplinado.
Com o acompanhamento de uma administradora experiente, como a Embracon, você pode avaliar o momento certo para ofertar o lance, com base em análises personalizadas e histórico de grupo.
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