Escolher o tamanho de apartamento ideal para uma família não é tão simples quanto parece. Espaços para áreas sociais, dormitórios, sala, cozinha integrada. O que mais precisa ser considerado para encontrar o apartamento perfeito?
Nós, da Embracon, não temos uma resposta universal para todos os tipos de família, mas, com base em alguns levantamentos, podemos te ajudar a encontrar o tamanho de apartamento ideal para o que está buscando, além de trazer dicas de como conquistar seu novo imóvel.
Quer saber mais? Então, continue a leitura a seguir e confira tudo o que preparamos para você!
Por que é tão importante considerar o tamanho do apartamento?
A escolha do tamanho ideal de um apartamento é importante por diversos motivos. O primeiro e mais conhecido é a frustração de se sentir em um espaço apertado ou que pouco tem a sua cara.
Imagina, por exemplo, morar em um apartamento de 32 m², com apenas um dormitório.
Para um casal sem filhos, vai lá… a escolha é perfeita e agradável. No entanto, para famílias com crianças pequenas ou adolescentes, o imóvel pode não ser a melhor opção de compra.
Avaliar o tamanho do apartamento ideal pode te livrar de dores de cabeça, como:
Falta de espaço ou quartos compartilhados sem necessidade;
Falta de privacidade entre pais e filhos;
Dificuldade para acomodar visita;
Dificuldade para trabalhar ou estudar em casa;
Problemas na rotina diária, como cozinha muito pequena para famílias maiores e/ou áreas de serviço compactas;
Mais conflito por conta da proximidade excessiva;
Estresse no dia a dia.
Veja quantos metros quadrados são ideais por pessoa
Se você está em busca de entender qual é o tamanho de apartamento ideal, podemos te ajudar. No entanto, vale ressaltar que essa média tende a variar bastante conforme o tipo de imóvel e o tamanho da família, além de outras necessidades como privacidade, home office e conforto.
No mercado imobiliário, considerando técnicas de arquitetos e vendas de construtoras, alguns dados demonstram que 20 m² por pessoa é funcional, mas apertado; entre 20 e 30 m², o padrão é mais confortável; enquanto acima dos 30 m², uma pessoa só pode ter máximo conforto.
Para te ajudar, fizemos algumas pesquisas que mostram qual é o tamanho de apartamento ideal para um tipo de família. Confira a seguir!
Confira o tamanho de apartamento ideal por tipo de família
Não é tão difícil perceber que as coisas mudaram com base no que era há alguns anos. Antigamente, as famílias eram maiores, com mais filhos. Isso se deve bastante pela falta de informação e orientação que mulheres (principalmente) tinham em outras épocas.
Agora, de acordo com pesquisas feitas pelo IBGE, em 2022, pela primeira vez, “as famílias formadas por casais com filhos representaram menos da metade do total de famílias do país. O percentual desse tipo de composição recuou de 56,4%, em 2000, para 42,0% (ou 24,3 milhões) do total de famílias em 2022”. A média entre casais sem filhos foi a que mais cresceu durante os anos.
Entender o tipo de família é importante porque, somente assim, vamos conseguir avaliar o tamanho de apartamento ideal com base nos números reais de moradores. Abaixo, fizemos uma consideração para casais sem filhos, famílias com um filho e familiares com dois ou mais herdeiros. Veja a seguir!
Casal sem filhos
A margem do apartamento para um casal que não tem filhos é a mesma para uma pessoa solteira ou que vive sozinha. Imóveis com até 50 m² são as opções ideais para esse público, porque são compactos, isto é, fáceis de manter e, ao mesmo tempo, confortáveis.
Um espaço com um dormitório, sala e cozinha americana, banheiro e área de serviço atende bem à demanda do dia a dia. No entanto, se a ideia é ter um filho mais tarde, vale considerar um apartamento maior e/ou com dois dormitórios.
Assim, é possível garantir a privacidade de todos os habitantes.
Família com um filho
Para os casais que têm um filho, a ideia é aumentar um pouco mais a soma dos metros quadrados. Neste caso, o recomendável é optar por imóveis de 60 a 90 m², com dois dormitórios, sala, cozinha, banheiro e área de serviço.
Embora sejam mais caros do que apartamentos pequenos, eles oferecem um custo-benefício maior do que os imóveis compactos, pois a família pode viver confortavelmente bem e ainda sobra espaço para receber visitas.
Família com dois ou mais filhos
Por fim, mas não menos importante, para famílias com dois ou mais filhos, é importante fazer a conta direitinho e somar bem a questão do metro quadrado, pois, quanto maior o apartamento, mais caro ele será.
Dentro dessa condição, recomendamos optar por um espaço maior, com 100 m² ou mais, dependendo da necessidade do dia a dia. É importante considerar se os pais trabalham, se os filhos estudam online e se o imóvel integra bem os espaços, sem que as coisas fiquem muito coladas umas nas outras.
Mais do que morar em um espaço amplo, é necessário viver confortavelmente.
Precisamos ressaltar, sempre que necessário, que, quando uma família busca por um apartamento, ela não pode considerar somente o espaço e/ou o valor do imóvel. Junto com tudo isso, vêm os impostos, as taxas e o valor do metro quadrado, que, assim como influencia na valorização imobiliária, pode deixar as coisas muito mais caras.
Portanto, na hora de escolher o tamanho de apartamento ideal, pense em todas as necessidades do dia a dia, a frequência de visitas e se estão sempre em casa.
Tamanho de apartamento: como o orçamento influencia essa escolha?
Para muitos, o tamanho ideal do apartamento não é o único fator decisivo na compra de um imóvel. Alguns custos extras também precisam ser considerados, incluindo o preço do metro quadrado e a localização. É o orçamento quem vai definir até onde você pode ir em termos de espaço e padrão do projeto.
Custo por metro quadrado
O valor do apartamento está intimamente ligado ao preço do metro quadrado. Isso significa que quanto maior o imóvel for, mais caro ele tende a ser.
Pensar nessas questões é importante porque regiões mais valorizadas têm o m² mais caro, e um imóvel pequeno em região nobre pode custar o mesmo que um apartamento maior em bairros mais afastados.
Por essa razão, muitas famílias precisam considerar tamanho x localização para não comprometer as finanças.
Valor de entrada e financiamento
A forma como o morador efetuará a compra do apartamento também conta muito. Como a metragem influencia no preço do imóvel, apartamentos mais caros podem exigir entradas superiores, se a transação for feita com financiamento. E, então, vira um looping infinito de: parcelas altas e bolso apertado.
No fim das contas, comprar um apartamento maior do que o orçamento permite pode comprometer sua renda familiar por muitos anos.
Custos mensais
Muitos focam somente no valor do imóvel e se esquecem dos gastos fixos e recorrentes, como: condomínio, que também é proporcional ao tamanho do apartamento, IPTU, que precisa ser calculado com base no valor e na metragem no imóvel, manutenções e contas, como consumo de energia e gastos com móveis ou decoração.
Tenha em mente que nem sempre o maior apartamento é a escolha ideal. O mais importante é encontrar equilíbrio entre
Espaço suficiente para a rotina
Custos que cabem no orçamento
Margem para imprevistos
Qualidade de vida
Um imóvel confortável e financeiramente estável tende a trazer muito mais tranquilidade se considerarmos o longo prazo.
Principais erros na hora de escolher o tamanho ideal do apartamento
Agora que você já sabe bastante coisa sobre o tamanho de apartamento ideal, vamos compartilhar alguns dos principais erros cometidos por quem está na busca pelo apê perfeito. Conheça cada um deles para não cometer:
Ignorar a rotina da família
Como falamos sobre isso ao longo do conteúdo, é justo ressaltar. Quando nos referimos à rotina dos moradores, queremos entender como a logística funciona entre vocês: trabalham ou estudam de casa? Fazem sociais e comemorações aos finais de semana? Tendem a convidar amigos e/ou familiares para um fim de semana?
Quando uma pessoa solteira, um casal ou até famílias maiores ignoram esse ponto, fica meio difícil escolher o tamanho de apartamento ideal.
Afinal, um casal com filhos pode optar por um espaço pequeno (como recomendamos) e, no final das contas, não ter autonomia para convidar amigos do trabalho, familiares ou ter um espaço reservado para trabalhar e estudar.
Focar somente na metragem total
Comprar um apartamento amplo com mais de 50 m² é o sonho de toda família espaçosa, mas não vale a pena olhar só para isso. É comum encontrar casos de apartamentos grandes que estão com a planta mal distribuída. Como resultado, a casa conta com ambientes pequenos e mal posicionados, o que reduz o conforto e a funcionalidade.
Se possível, antes de comprar seu novo apê, visite o decorado ou peça vídeos do local. Assim, dá para avaliar se o imóvel atenderá bem suas necessidades ou se será um tiro no pé.
Subestimar a necessidade de espaço
Assim como apartamentos grandes podem comprometer o orçamento mensal, apartamentos pequenos podem prejudicar a necessidade do dia a dia e a sensação de conforto. Imagina morar numa caixinha de fósforo, onde mal cabe um sofá ou uma lavanderia. Essa sensação de aperto pode gerar estresse e irritabilidade, dois sentimentos que podem ser evitados com a escolha do tamanho certo.
Não considerar o crescimento da família
Tá aí um dos motivos de frustração de muitos compradores. Às vezes, à primeira vista, o imóvel é o ideal: confortável, amplo na medida certa, bem integrado, mas, foi desenhado para um casal sem filhos. No momento em que a família cresce, o que era tudo de bom pode se tornar um pesadelo.
Isso significa que, na hora de considerar o melhor cenário, é preciso pensar na construção da família ao longo dos anos. Muitos casais preferem não ter filhos, enquanto outros planejam a gravidez por um tempo específico.
Seja daqui a um ano, dois ou muitos outros, se os pombinhos pensam em ter herdeiros, um quarto extra precisa aparecer na planta.
Não analisar a planta do imóvel
Tão importante quanto a metragem do apartamento é a planta do apê. Corredores longos, por exemplo, podem ser um desperdício para áreas úteis, enquanto a falta de iluminação e ventilação nos espaços pode comprometer o conforto dos moradores.
Não testar a funcionalidade do espaço
Quando visitar o apartamento, imagine toda a rotina familiar acontecendo naquele espaço, e isso inclui: onde ficaria a mesa? Há espaço para armários? A circulação é confortável? Visualizar essas coisas simples do dia a dia faz muita diferença, porque você consegue definir se o apartamento te atenderá bem ou se precisa de um espaço maior ou um menor já é suficiente.
Se quiser fazer uma escolha mais consciente e escolher o tamanho de apartamento ideal, que equilibre funcionalidade e custo, evite cometer cada um desses erros.
6 dicas para escolher um imóvel à sua altura
Agora que você já conhece os principais erros na escolha do tamanho de apartamento ideal, é hora de tirar a prova dos 9 e seguir dicas que podem te ajudar a escolher o apartamento perfeito para você. Vem com a gente!
1 - Conheça suas necessidades
O primeiro passo engloba tudo o que tratamos ao longo deste conteúdo. Se você não souber separar desejo de necessidade, não encontrará o apê que está buscando. Por isso, tenha clareza sobre:
Quantas pessoas vão morar no imóvel;
Se é necessário ter um espaço para escritório;
Se é necessário ter mais do que um dormitório.
Com base nesse filtro, já dá para entender que tipo de apartamento pode ser o ideal para você.
2 - Pense no médio e longo prazo
Um imóvel é uma decisão importante que envolve custos de longo prazo. Na hora de avaliar a compra do seu novo apartamento, pense no seguinte:
A família pode crescer daqui a um tempo?
Existe possibilidade de mudança no trabalho, como home office?
O estilo de vida pode mudar?
Pensar nesses cenários pode te ajudar a tomar uma decisão mais certeira entre comprar ou alugar o espaço.
Se a rotina é temporária e flexível, você pode estudar o ambiente, a localização e as condições do imóvel para, mais tarde, tomar uma decisão mais consolidada, sem arrependimentos.
3 - Equilibre espaço e orçamento
Como explicamos, é um erro comum de muitos brasileiros escolher um imóvel maior do que o necessário pensando no espaço e no conforto dos moradores. No entanto, é válido lembrar que outros custos precisam ser considerados antes de comprar o imóvel, como:
Compra + manutenção
Comprometimento do orçamento devido a parcelas altas
Dê prioridade a um imóvel confortável em termos de espaço e comprometimento da renda.
4 - Analise a localização
Às vezes, compensa mais um imóvel pequeno em uma região acessível, com tudo próximo e com segurança, do que uma casa grande em uma localização desfavorável. Isso comprometeria a logística de ir para o trabalho, para a escola e até para comprar coisas básicas, como compras no supermercado e padaria. A localização é uma das coisas que mais impacta na qualidade de vida.
5 - Visite o imóvel
É importante visitar o imóvel que deseja comprar ou no mínimo o decorado, se estiver pensando em comprar um apartamento na planta. Assim, você consegue se visualizar dentro do apartamento e pensar com cuidado onde ficaria cada coisa, qual espaço poderia ser aproveitado e como as plantas estão distribuídas. Essa é uma atitude que ajuda a evitar surpresas depois da mudança.
6 - Evite decisões por impulso
Nós, da Embracon, sabemos como ninguém qual é a sensação de comprar o primeiro imóvel e de ver o sonho da casa própria se tornando real, mas também já presenciamos frustrações devido a decisões tomadas por impulso.
Na pressa para ter um lar com a sua cara, muitos desconsideram aspectos importantes e acabam decidindo sem ter certeza de nada. Como resultado, as frustrações começam a aparecer: seja porque pagaram alto demais em um apartamento que não valia, seja porque o imóvel nem era tudo isso quanto parecia.
Nossa dica é: mantenha a calma e os pés no chão. As coisas acontecem. Simplesmente. Então, se possível, visite mais de uma opção, compare valores e plantas e, por fim, reflita bem antes de fechar um negócio.
Quer comprar um apartamento sem entrada e sem juros? Conheça o consórcio!
Se depois de muita pesquisa e reflexão você chegar a uma conclusão de qual é o tamanho de apartamento ideal para a sua família, é hora de pensar nas possibilidades para realizar esse sonho.
Nessas horas, o financiamento imobiliário é a primeira opção que surge como milagrosa, certo? No entanto, com o passar dos anos, muita gente se viu amarrada a parcelas altas quase infinitas e que comprometem todo o planejamento financeiro de uma família.
Em longo prazo, um apartamento que inicialmente era de R$ 300 mil é pago em 30 anos por um preço muito maior devido aos juros embutidos nos financiamentos bancários.
Por essa razão, muitos consumidores estão preferindo uma solução muito mais vantajosa e acessível, como o consórcio, que te permite criar um planejamento (com parcelas mais acessíveis) e, mensalmente, você tem a chance de ser contemplado para comprar um novo apartamento à vista. Saiba mais!
Consórcio imobiliário: mercado, o que é, como funciona e mais!
Em 2025, de acordo com a ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), o sistema cresceu quase 300% em seis anos. É um recorde em 10 anos, desde que a possibilidade de comprar um imóvel por meio do consórcio foi criada, lá em 1990.
Os motivos para esse aumento, que cresce a cada dia, podem variar, mas, de acordo com o próprio órgão que representa o sistema no Brasil, as vantagens oferecidas pelo consórcio de imóveis despertam o interesse até dos investidores que têm como foco a construção e a valorizaçã de patrimônio.
Isso acontece porque o funcionamento do consórcio se dá por uma via muito simples: o autofinanciamento coletivo. De forma simples, é assim que ele opera:
Uma administradora regularizada e fiscalizada pelo Banco Central do Brasil organiza um grupo com pessoas do mesmo interesse e forma um fundo coletivo, que será a poupança do plano. Mensalmente, todos os integrantes contribuem com parcelas pré-acordadas que vão formando o fundo para, mais tarde, contemplar todos os integrantes. O pulo do gato é que, mensalmente, a mesma administradora realiza sorteios (com base na Loteria Federal) e lances, que podem contemplar dois ou até mais consorciados;
Quando contemplados, os participantes recebem uma carta de crédito com o valor integral do imóvel que desejam para comprar o apartamento à vista, o que rende uma boa negociação entre o comprador e o vendedor. Mesmo depois de ter sido contemplado, o participante continua pagando suas parcelas normalmente para que os demais integrantes também tenham a mesma chance;
A grande diferença do consórcio (e o maior benefício também) é que ele não cobra juros nem exige entrada, o que garante um acesso mais facilitado para todos os perfis, até quem não tem uma renda fixa, como os autônomos, por exemplo. Para custear os serviços oferecidos pelo consórcio, os participantes arcam apenas com uma taxa de administração e um fundo de reserva. O seguro é opcional.
A taxa administrativa é um valor cobrado pela administradora para fazer com que o sistema funcione: formação de grupos, cuidado com o dinheiro, zelo pelo fundo, entre outros serviços que o órgão oferece. Ela é fixa, ou seja, não muda com o tempo, e é diluída nas próprias parcelas.
Os participantes nem percebem que estão pagando esse custo a mais. Sem falar que ela é muito mais baixa do que o que é cobrado pelas instituições financeiras.
Já o fundo de reserva, por sua vez, é um custo extra que oferece segurança para os participantes. Em caso de inadimplência, ele pode ser usado para proteger os integrantes e não permitir que o grupo se encerre ou prejudique outras pessoas.
De acordo com a Lei de Consórcios nº 11.795, em vigor desde 2008, quando o fundo de reserva não é utilizado, ele deve ser devolvido aos participantes. Na Embracon, essa devolução é feita com acréscimo de rendimentos.
Portanto, se você tem interesse em conhecer o consórcio imobiliário, acesse o site da Embracon, fique de olho em nossos conteúdos e faça uma simulação personalizada e gratuita em nossa ferramenta!









