Entrar no consórcio com Selic alta é bom ou ruim?

17 de jul. de 20264 minutos de leitura
Entrar no consórcio com Selic alta é bom ou ruim?

Quando a taxa de juros sobe, uma dúvida passa a fazer parte da rotina de quem pretende realizar grandes compras: Selic alta é bom ou ruim? A resposta depende do tipo de investimento ou financiamento que você pretende fazer.

Para quem busca um empréstimo ou financiamento, a alta da Selic normalmente significa juros maiores e parcelas mais caras. Já para quem deseja adquirir um imóvel, veículo ou contratar um serviço por meio do consórcio, o cenário pode ser bastante diferente.

Isso acontece porque o consórcio não possui cobrança de juros como ocorre nos financiamentos tradicionais. Como não há empréstimo de dinheiro ou uma instituição bancária por trás da operação, não há taxa de juros..

Inclusive, em períodos de Selic elevada costumam impulsionar o mercado de consórcios, justamente porque muitas pessoas procuram alternativas para fugir do crédito caro. Na prática, o aumento dos juros faz com que consumidores priorizem modalidades de compra planejada ao invés de assumir financiamentos com custos elevados.

Selic alta é bom ou ruim? Primeiro, entenda o que é a taxa Selic!

Antes de responder se Selic alta é bom ou ruim, é importante compreender o que essa taxa representa.

A Selic (Sistema Especial de Liquidação e de Custódia) é a taxa básica de juros da economia brasileira. Ela serve como referência para diversas operações financeiras realizadas no país e influencia diretamente empréstimos, financiamentos, aplicações financeiras e até o comportamento do consumo.

Quando o Banco Central aumenta a Selic, o objetivo geralmente é controlar a inflação. Com juros mais altos, o crédito fica mais caro, reduzindo o consumo e ajudando a conter a alta dos preços.

Na prática, esse movimento afeta praticamente todos os setores da economia. Quem pretende financiar um imóvel, comprar um carro ou contratar crédito pessoal costuma encontrar taxas maiores quando a Selic está elevada. Por outro lado, algumas aplicações financeiras de renda fixa passam a oferecer rentabilidades mais atrativas nesse período.

Ou seja, dizer que a Selic alta é bom ou ruim depende do objetivo financeiro de cada pessoa.

Para quem precisa recorrer ao crédito bancário, normalmente o cenário é menos favorável. Já para quem consegue planejar compras futuras utilizando modalidades sem juros, como o consórcio, o impacto costuma ser bem diferente.

Selic alta é bom ou ruim para quem quer fazer consórcio?

Quando a pergunta é Selic alta é bom ou ruim para quem deseja entrar em um consórcio, a resposta tende a ser positiva. Isso porque o consórcio não funciona como um financiamento.

Enquanto o financiamento depende diretamente das taxas de juros praticadas pelas instituições financeiras, o consórcio opera por meio da formação de grupos de pessoas que contribuem mensalmente para um fundo comum.

As parcelas são compostas pelo valor da carta de crédito, taxa de administração e outros encargos previstos em contrato, mas não sofrem incidência de juros como acontece nas operações de crédito tradicionais.

Na prática, isso faz com que muitas pessoas optem pelo consórcio justamente quando a Selic está elevada.

Com financiamentos mais caros, o planejamento oferecido pelo consórcio passa a ser ainda mais interessante para quem não possui urgência na aquisição do bem. Outro fator importante é que a alta dos juros costuma aumentar o interesse pela modalidade.

Segundo análises do mercado, os períodos de Selic elevada têm impulsionado a procura por consórcios, especialmente nos segmentos de imóveis e veículos, já que muitos consumidores preferem evitar contratos de financiamento com custos maiores.

Isso não significa que o consórcio se torna melhor apenas quando a taxa Selic sobe. Na verdade, trata-se de uma modalidade que mantém suas características independentemente do cenário econômico, mas acaba se destacando ainda mais quando o crédito tradicional fica mais caro.

Selic alta é bom ou ruim na comparação entre consórcio e financiamento?

A principal diferença entre essas modalidades aparece justamente durante períodos de juros elevados.

No financiamento, a instituição financeira empresta os recursos imediatamente e cobra juros sobre esse valor durante todo o contrato. Quando a Selic sobe, essas operações tendem a acompanhar esse movimento, tornando o custo final da compra maior.

No consórcio, a lógica é diferente: como não há empréstimo de recursos por parte da administradora, não existe cobrança de juros sobre o crédito concedido. O participante contribui mensalmente para formar o fundo comum do grupo e, após ser contemplado, utiliza a carta de crédito para adquirir o bem desejado.

Por isso, muitas famílias conseguem manter um planejamento financeiro mais previsível ao optar pelo consórcio ao invés do financiamento. É claro que essa modalidade exige organização e compreensão de que a contemplação ocorre por sorteio ou lance, sem prazo previamente garantido.

Por outro lado, quem não possui necessidade imediata costuma encontrar no consórcio uma alternativa bastante competitiva, principalmente quando os juros do mercado permanecem elevados.

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Se você chegou até aqui procurando entender se Selic alta é bom ou ruim, já percebeu que essa resposta depende da forma como pretende realizar seus objetivos financeiros. 

Para quem deseja fugir dos juros elevados dos financiamentos e investir em um planejamento de longo prazo, o consórcio pode representar uma alternativa inteligente, segura e financeiramente equilibrada.

O Consórcio Embracon oferece diferentes opções de cartas de crédito para imóveis, veículos, serviços e diversos outros objetivos, permitindo que cada cliente encontre um plano adequado à sua realidade financeira. 

Antes de tomar qualquer decisão, faça uma simulação de consórcio com a Embracon. Assim, você conhece as possibilidades disponíveis, compara valores de crédito, analisa parcelas compatíveis com seu orçamento e planeja suas conquistas com mais segurança, mesmo em um cenário de juros elevados.


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