Quando surge a necessidade de dinheiro rápido (seja para quitar dívidas, organizar as finanças, investir em um projeto pessoal ou adquirir um bem) muitas pessoas recorrem aos diferentes tipos de empréstimo disponíveis no mercado.
Mas, com tantas alternativas, taxas e modalidades, pode ser difícil entender qual solução realmente vale a pena. Você está com essa dúvida? Então, acompanhe a leitura e saiba como tomar uma decisão financeiramente inteligente!
O que é o empréstimo?
O empréstimo é um tipo de crédito no qual uma instituição financeira disponibiliza um valor ao cliente, que deve devolvê-lo com juros ao longo de um prazo determinado. É uma operação rápida e prática, mas que envolve custos elevados, já que o banco assume o risco de emprestar o dinheiro antes de receber.
Na prática, o funcionamento é simples:
O cliente solicita um valor
A instituição avalia o perfil, renda e histórico de crédito
Após aprovação, o dinheiro é liberado
O cliente começa a pagar parcelas com juros e encargos
Apesar da facilidade, o empréstimo precisa ser avaliado com cautela. Isso porque as taxas de juros podem variar bastante entre as instituições, e pequenos detalhes (como atraso no pagamento) podem gerar multas e aumentar ainda mais o gasto final.
Por isso, antes de contratar qualquer modalidade, é essencial comparar condições e entender como cada tipo funciona.
Quais são os principais tipos de empréstimo?
Existem diversos tipos de empréstimo no mercado brasileiro, cada um com regras, taxas, garantias e prazos diferentes. Para te ajudar a entender a melhor opção para o seu bolso, separamos os principais exemplos:
Empréstimo pessoal: é o tipo mais conhecido. Nele, o cliente solicita um valor ao banco ou financeira sem precisar justificar o uso. Por não exigir garantia, costuma ter juros altos. No geral, ele oferece uma liberação rápida do dinheiro, não exige comprovação de uso, mas tem taxas de juros elevadas.
Empréstimo consignado: é descontado diretamente na folha de pagamento. Como o banco tem mais segurança de receber, as taxas são menores que o empréstimo pessoal. Geralmente, esse empréstimo está disponível para aposentados pelo INSS, servidores públicos e funcionários de empresas conveniadas.
Empréstimo com garantia: nesta modalidade, o cliente oferece um bem como garantia (normalmente um carro ou imóvel) para conseguir taxas menores. Por conta disso, ele traz taxas mais baixas e um prazo de pagamento maior, porém, o risco de perder o bem em caso de inadimplência.
Antecipação do FGTS: disponível para trabalhadores que possuem saldo disponível no FGTS. No geral, essa opção traz taxas menores que empréstimo pessoal, mas só pode ser usado por quem aderiu ao saque-aniversário
Empréstimo para negativado: voltado a pessoas com nome restrito. Como há maior risco para o banco, as taxas são muito mais altas, além da possibilidade de agravar a situação financeira.
Empréstimo estudantil: comumente usado para financiar cursos superiores ou pós-graduação. Inclusive, algumas instituições permitem pagar após a formação.
Microcrédito: voltado para pequenos empreendedores ou autônomos, esse empréstimo apresenta valores menores, taxas reduzidas e exige comprovação da atividade comercial.
Empréstimo empresarial: esse empréstimo é destinado a empresas que precisam de capital de giro, expansão ou investimento, podendo oferecer grandes valores, taxas variáveis, além de exigir documentos e análise detalhada.
Entre os principais tipos de empréstimo, qual é a melhor alternativa de crédito?
Mesmo com tantos tipos de empréstimo, existe um problema comum em todas elas: juros. Independentemente da modalidade escolhida, o cliente sempre pagará uma taxa expressiva para antecipar o dinheiro.
É justamente aqui que surge uma alternativa que não cobra juros e ainda permite comprar um bem de forma planejada e econômica: o consórcio. Embora não seja um empréstimo, o consórcio se destaca como uma solução financeira muito mais inteligente, especialmente para quem deseja comprar um carro, adquirir um imóvel ou até mesmo contratar serviços (como viagens ou cirurgias).
Mas por que o consórcio é a melhor alternativa ao empréstimo?
Não tem juros: o consórcio não cobra juros, já que o valor da modalidade vem da arrecadação dos consorciados.
Permite o planejamento: antes de entrar no grupo, você simula, escolhe o valor da carta de crédito e define parcelas que cabem no seu bolso.
Valor integral para compra: ao ser contemplado, você recebe 100% da carta de crédito e pode negociar à vista, conseguindo descontos.
Custo-benefício: enquanto os empréstimos chegam a dobrar o valor final pago, no consórcio o custo é mais previsível e controlado.
Em outras palavras: para quem deseja crédito, mas não quer pagar juros, o consórcio é a escolha mais inteligente!
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