O que é o seguro de consórcio?

16 de jan. de 202612 minutos de leitura
O que é o seguro de consórcio?

Ao contratar um serviço financeiro ou adquirir um bem de alto valor, é comum que as empresas ofereçam um seguro como uma camada extra de proteção. Esse tipo de serviço serve para minimizar riscos e prejuízos diante de situações imprevistas, garantindo tranquilidade e segurança para o consumidor. 

No caso do consórcio, essa proteção também existe, e é chamada de seguro de consórcio. Ele funciona como um seguro financeiro em momentos de dificuldade, ajudando o consorciado a manter seu investimento mesmo quando a vida foge do planejado. 

Neste artigo, você vai entender como o seguro de consórcio funciona, quais são os tipos disponíveis, quando vale a pena contratar, quanto custa e como escolher o ideal para o seu perfil. Continue a leitura e confira! 

Seguro de consórcio: saiba tudo o que precisa sobre a taxa 

O seguro de consórcio é uma modalidade de seguro oferecida aos participantes de um grupo de consórcio com o objetivo de garantir a continuidade do pagamento das parcelas em situações específicas, como desemprego, morte, invalidez ou outros imprevistos. 

Em outras palavras, trata-se de uma proteção financeira que cobre parte ou a totalidade da dívida quando o consorciado enfrenta alguma dificuldade que o impeça de manter o pagamento das mensalidades. Isso evita que ele perca a cota e assegura que os demais integrantes do grupo não sejam prejudicados pela inadimplência. 

Além disso, o seguro de consórcio também oferece tranquilidade emocional, pois o participante sabe que, mesmo diante de um contratempo, seu sonho, seja o da casa própria, do carro novo ou de um investimento profissional, está protegido. 

Por que o seguro de consórcio é importante? 

Muitas pessoas acreditam que o consórcio, por ser uma forma de compra planejada, dispensa a necessidade de seguro. No entanto, a realidade é justamente o contrário. 

Ao longo dos anos em que se participa de um grupo, é natural que ocorram mudanças financeiras, pessoais e profissionais. Um imprevisto de saúde, a perda de um emprego ou até um acidente podem comprometer a capacidade de pagamento. É nesse momento que o seguro de consórcio se torna um grande aliado.  

Entenda a seguir por que ele é tão importante:  

  1. Proteção contra inadimplência 

A inadimplência é uma das principais preocupações das administradoras de consórcio. Quando um consorciado deixa de pagar, o fundo comum (de onde saem as contemplações) é afetado, e isso prejudica todo o grupo. 

Com o seguro de consórcio, há a garantia de que as parcelas continuarão sendo pagas, mesmo em situações de adversidade, evitando prejuízos coletivos. 

  1. Tranquilidade para o consorciado e sua família 

O seguro também protege a família do consorciado. Em caso de falecimento, por exemplo, a dívida pode ser quitada integralmente, evitando que os herdeiros precisem assumir o pagamento das parcelas restantes. 

É uma forma de preservar o patrimônio familiar e impedir que um sonho se transforme em um problema financeiro. 

  1. Continuidade do planejamento financeiro 

O consórcio é um compromisso de médio a longo prazo. O seguro garante que esse planejamento não seja interrompido, mesmo que o consorciado enfrente dificuldades temporárias. Assim, o investimento segue protegido até a contemplação ou a quitação total. 

Como funciona o seguro de consórcio? 

O seguro de consórcio é uma das formas mais eficientes de proteger o investimento realizado em um grupo de consórcio. Para entender o seu funcionamento, é importante compreender a lógica básica de um consórcio e o papel que o seguro assume dentro dessa estrutura. 

Quando uma pessoa decide participar de um consórcio, ela se junta a um grupo de outros participantes com o mesmo objetivo: adquirir um bem ou serviço, como um automóvel, um imóvel, uma moto, um caminhão, um equipamento agrícola ou até mesmo custear um procedimento médico ou uma viagem. 

Cada integrante paga mensalmente uma parcela, e essas contribuições formam um fundo comum, de onde saem as cartas de crédito utilizadas para contemplar os participantes. 

Esse sistema é baseado em colaboração mútua e responsabilidade coletiva. Por isso, o equilíbrio do grupo depende diretamente da pontualidade dos pagamentos. Se um ou mais participantes deixam de pagar suas parcelas, todo o grupo é afetado, pois o valor arrecadado mensalmente é o que permite a realização dos sorteios e contemplações. 

É exatamente nesse ponto que o seguro de consórcio se torna uma parte indispensável do processo. 

1 - O seguro oferece uma proteção extra 

O seguro de consórcio funciona como uma espécie de rede de segurança financeira que ampara tanto o consorciado quanto a administradora e os demais participantes.  

Ao contratar esse serviço, o consorciado paga um valor adicional em sua parcela mensal. Esse valor é repassado à seguradora parceira da administradora, que fica responsável por garantir o pagamento das parcelas em caso de eventos imprevistos, conforme estabelecido no contrato. 

Em outras palavras, o seguro de consórcio é uma maneira de evitar que um imprevisto pessoal gere um impacto coletivo. Se o titular de uma cota sofre uma situação que o impeça de continuar pagando – como morte, invalidez permanente total por acidente ou desemprego involuntário —, a seguradora assume a obrigação de quitar o saldo devedor, total ou parcialmente, conforme o tipo de cobertura. 

Dessa forma, o consorciado mantém o direito sobre o seu bem e o grupo não é prejudicado, já que o fluxo de pagamentos é preservado. 

2 - Inclusão do seguro no contrato 

Geralmente, o seguro de consórcio é apresentado ao cliente no momento da adesão ao grupo. Durante a assinatura do contrato, a administradora informa todas as condições do consórcio: valor da carta de crédito, número de parcelas, taxa de administração, fundo de reserva e, claro, as condições do seguro. 

Em muitos casos, o seguro é oferecido como parte integrante do contrato, já incluso nas parcelas mensais. Em outros, o participante pode optar pela contratação no ato da adesão, escolhendo o plano que melhor se ajusta ao seu perfil e capacidade financeira. A decisão deve ser tomada com base na análise do custo-benefício e na compreensão clara das coberturas oferecidas. 

Vale destacar que, mesmo quando o seguro é opcional, a maioria das administradoras recomenda fortemente a adesão, afinal, trata-se de um mecanismo de proteção tanto para o cliente quanto para o grupo inteiro. 

3 - Valor do seguro e forma de pagamento 

O custo do seguro de consórcio é calculado a partir de alguns fatores, que incluem: o valor da carta de crédito, o tipo de bem desejado, o prazo de pagamento e a idade do consorciado. Por exemplo, um consórcio imobiliário de longo prazo, com uma carta de crédito elevada, tende a ter um valor de seguro mais alto do que um consórcio de motocicleta com duração menor. 

Esse valor é diluído nas parcelas do consórcio, o que significa que o consorciado não precisa fazer um pagamento separado. O débito do seguro é feito automaticamente junto com a mensalidade, o que torna o processo simples e prático. Na maioria das vezes, o acréscimo é pequeno em relação ao total pago, normalmente entre 2% e 5% do valor da parcela mensal. 

Apesar de parecer uma despesa adicional, trata-se de um investimento em segurança. Basta imaginar o impacto financeiro que um imprevisto poderia causar sem essa proteção: além de perder o direito à cota, o participante ainda poderia comprometer anos de contribuição. 

4 - Situações em que o seguro é acionado 

O acionamento do seguro de consórcio ocorre quando o participante enfrenta uma situação prevista no contrato, que o impede de manter as obrigações financeiras. As coberturas mais comuns incluem: 

  • Morte natural ou acidental: nesse caso, o seguro quita integralmente o saldo devedor da cota, isentando os herdeiros de qualquer responsabilidade financeira. Além disso, a família mantém o direito sobre o bem ou o valor da carta de crédito, conforme o estágio do consórcio; e recebe o valor de parcelas pagas como forma de indenização. 

  • Invalidez permanente total por acidente: se o consorciado sofrer um acidente que o impossibilite de exercer suas atividades profissionais de forma definitiva, o seguro cobre o valor restante das parcelas; 

  • Desemprego involuntário: destinado a trabalhadores com vínculo CLT, esse tipo de cobertura garante o pagamento de algumas mensalidades, geralmente até seis parcelas consecutivas, ajudando o consorciado a reorganizar sua vida financeira até conseguir um novo emprego; 

  • Incapacidade temporária: Proteção para trabalhadores autônomos ou MEI: se ficarem doentes ou sofrerem um acidente que exija afastamento do trabalho por questões de saúde, o benefício cobre até seis parcelas do consórcio, prevenindo o cancelamento, preservando a integridade financeira do grupo e oferecendo essa segurança econômica ao cliente. 

Cada apólice define os critérios exatos para o acionamento do benefício, os documentos exigidos e os prazos de carência. Por isso, é fundamental ler atentamente o contrato e esclarecer todas as dúvidas com a administradora ou a Corretora antes da assinatura. 

5 - Como fica a administradora e a seguradora 

Embora a administradora do consórcio seja a responsável por intermediar a oferta do seguro, quem realmente garante a cobertura é a seguradora parceira. Ela é quem analisa os pedidos de indenização, valida os documentos e realiza o pagamento do valor correspondente ao saldo devedor da cota. 

A administradora, por sua vez, tem o dever de orientar o consorciado sobre o processo de acionamento, informar prazos e encaminhar a documentação necessária à seguradora. Em empresas consolidadas, como a Embracon, por exemplo, essa comunicação é simplificada, já que existe uma corretora de seguros própria que intermedeia todo o processo e garante que o consorciado seja atendido com agilidade e transparência. 

6 - Quando o seguro deixa de valer 

O seguro de consórcio é válido enquanto o contrato estiver ativo. Quando o consorciado quita todas as parcelas ou é contemplado e finaliza o pagamento, o seguro também é encerrado. Caso o participante cancele a cota antes do fim do plano, as coberturas deixam de vigorar, e eventuais restituições seguem as regras da apólice. 

Por isso, é importante manter as parcelas em dia e não interromper os pagamentos do consórcio, mesmo quando o seguro está em vigor, afinal, ele funciona como um complemento de proteção, e não como substituto da responsabilidade financeira do participante. 

Agora que você já sabe quase tudo o que precisa sobre o seguro de consórcio, confira a seguir quais são os tipos disponíveis no mercado.  

Principais tipos de seguro de consórcio  

Quando participamos de um consórcio, o cliente passa a lidar com diferentes etapas e responsabilidades financeiras.  

Uma delas é decidir se deseja incluir o seguro de consórcio em seu contrato, algo que, embora opcional em muitos casos, pode fazer toda a diferença ao longo da experiência. Mas o que muitas pessoas não sabem é que existem diversas modalidades de seguro disponíveis, cada uma voltada a cobrir situações e riscos específicos. 

Compreender as diferenças entre elas é fundamental para escolher a opção mais adequada ao seu perfil e aos seus objetivos, garantindo a proteção ideal para o investimento realizado. A seguir, explicamos os principais tipos de seguro de consórcio, suas características, vantagens e como cada um funciona. 

1 - Seguro Prestamista 

O seguro prestamista é, sem dúvida, o tipo mais comum de seguro de consórcio. Ele é voltado para a quitação total ou parcial das parcelas do consórcio em caso de eventos que impeçam o participante de continuar arcando com os pagamentos, como morte, invalidez permanente ou desemprego involuntário ou incapacidade temporária. 

O termo “prestamista” vem justamente da ideia de “emprestar” cobertura financeira ao segurado quando ele não pode mais cumprir o compromisso assumido. 

Em termos práticos, esse seguro assume o pagamento das parcelas restantes, evitando que o consorciado (ou sua família) perca o valor já investido e garantindo que o grupo de consórcio continue equilibrado financeiramente. 

Coberturas mais comuns do seguro prestamista 

  1. Morte natural ou acidental: nesse caso, o seguro quita integralmente o saldo devedor da cota, isentando os herdeiros de qualquer responsabilidade financeira. Além disso, a família mantém o direito sobre o bem ou o valor da carta de crédito, conforme o estágio do consórcio; e recebe o valor de parcelas pagas como forma de indenização. 

  1. Invalidez permanente total por acidente: se o consorciado sofrer um acidente que o impossibilite de exercer suas atividades profissionais de forma definitiva, o seguro cobre o valor restante das parcelas; 

  1. Desemprego involuntário: essa cobertura é direcionada a trabalhadores com carteira assinada (CLT). Se o consorciado for demitido sem justa causa, o seguro garante o pagamento de um número limitado de parcelas, geralmente até seis mensalidades consecutivas. Trata-se de uma ajuda temporária que dá fôlego financeiro até que o participante consiga uma nova colocação no mercado de trabalho. É importante observar que essa cobertura costuma ter carência mínima, ou seja, só pode ser acionada após um determinado período de participação no consórcio. 

  1. Incapacidade temporária: Proteção para trabalhadores autônomos ou MEI: se ficarem doentes ou sofrerem um acidente que exija afastamento do trabalho por questões de saúde, o benefício cobre até seis parcelas do consórcio, prevenindo o cancelamento, preservando a integridade financeira do grupo e oferecendo essa segurança econômica ao cliente.
     

Esse tipo de seguro é altamente recomendado para pessoas que têm compromissos financeiros de longo prazo, como consórcios imobiliários, por exemplo, e desejam blindar o investimento contra imprevistos. 

2 - Seguro de vida vinculado ao consórcio 

O seguro de vida vinculado ao consórcio é uma modalidade complementar ao seguro prestamista. Enquanto o prestamista cobre diretamente o saldo devedor do consórcio, o seguro de vida oferece proteção adicional à família do consorciado, garantindo o pagamento de uma indenização em caso de morte natural ou acidental do titular. 

Essa indenização é paga diretamente aos beneficiários indicados na apólice, podendo ser utilizada da forma que eles desejarem, seja para quitar dívidas, manter o padrão de vida, investir ou até mesmo dar continuidade a outros projetos familiares. 

Em algumas administradoras, o seguro de vida é integrado ao contrato do consórcio; em outras, é oferecido como opção separada, permitindo que o participante decida se quer ou não essa cobertura extra. 

Por que contratar o seguro de vida junto ao consórcio? 

A principal vantagem desse tipo de proteção é que ela vai além do consórcio em si. Ou seja, mesmo que o saldo devedor já esteja quitado (em caso de morte), o seguro de vida garante uma indenização complementar, que pode ajudar a família a manter a estabilidade financeira. 

Além disso, o custo é geralmente mais baixo do que um seguro de vida tradicional, pois está vinculado ao valor do consórcio e não a uma análise de risco ampla e individual. 

3 - Seguro de bens contemplados 

Após a contemplação, ou seja, quando o consorciado é sorteado ou faz o lance vencedor e finalmente obtém a carta de crédito, surge uma nova necessidade: proteger o bem adquirido. Nesse momento, entra em cena o seguro de bens contemplados, uma extensão natural do seguro de consórcio. 

Esse tipo de seguro tem como objetivo proteger o patrimônio físico comprado com a carta de crédito, seja um carro, moto, caminhão, imóvel ou outro bem. A cobertura é semelhante à de seguros convencionais: pode abranger roubo, furto, incêndio, colisão, alagamentos, desastres naturais, danos elétricos e até mesmo responsabilidade civil, dependendo do tipo de bem e da seguradora. 

Por que vale a pena contratar o seguro de bens? 

  • Protege o bem conquistado com tanto esforço 

  • Evita prejuízos financeiros inesperados 

  • Mantém a tranquilidade do consorciado após a contemplação 

  • Pode ser adaptado conforme o perfil e o tipo de bem 

Vale lembrar que, em alguns consórcios, a contratação desse tipo de seguro é obrigatória após a contemplação, especialmente em consórcios de automóveis e caminhões, justamente porque o bem serve como garantia do crédito liberado pela administradora. 

4 - Seguro de proteção financeira ampliada 

Algumas administradoras e seguradoras oferecem planos mais completos, chamados de seguros de proteção financeira ampliada. Essa modalidade vai além das coberturas básicas e inclui situações mais específicas, como doenças graves, afastamento temporário do trabalho, ou redução de renda comprovada. 

Nesses casos, o seguro cobre o pagamento de parcelas por determinado período, oferecendo respiro financeiro até que o consorciado possa retomar seus compromissos normalmente.  

É uma modalidade que vem ganhando espaço no mercado, especialmente entre profissionais autônomos, liberais e empreendedores, pessoas que, por não possuírem vínculo CLT, buscam alternativas de proteção mais completas. 

Qual tipo de seguro de consórcio escolher? 

A escolha do tipo ideal de seguro depende de três fatores principais: 

  1. O objetivo do consórcio: para quem está investindo em um bem de alto valor, como um imóvel, o seguro prestamista é praticamente indispensável. Já para quem deseja um automóvel, pode ser interessante complementar com o seguro de bens contemplados após a contemplação. 

  1. O perfil financeiro e profissional: trabalhadores CLT se beneficiam da cobertura de desemprego involuntário. Já autônomos e empreendedores podem optar por planos mais amplos, que cubram doenças ou afastamentos temporários. 

  1. A fase do consórcio: antes da contemplação, o foco deve ser a proteção da cota e das parcelas. Depois da contemplação, o ideal é proteger o bem adquirido. 

Quanto custa o seguro de consórcio? 

Uma das dúvidas mais frequentes de quem está prestes a contratar um consórcio é: quanto custa o seguro de consórcio? A resposta, porém, não é única nem exata. Assim como ocorre com outros tipos de seguros, o valor dessa proteção pode variar significativamente de acordo com diversos fatores, entre eles, a administradora escolhida, o tipo de bem desejado, o prazo de pagamento e até o perfil do consorciado. 

Como os valores variam conforme o perfil do cliente e as características do consórcio, o melhor caminho para saber o custo real do seguro de consórcio é fazer uma simulação

A simulação permite visualizar quanto você pagaria por mês, considerando todos os elementos do contrato, inclusive o valor da carta de crédito, o prazo de pagamento e o tipo de seguro mais adequado ao seu caso. 

A Embracon, por exemplo, disponibiliza em seu site um simulador online gratuito, que oferece ao cliente uma visão clara e detalhada de todas as condições antes da contratação. 

Com apenas alguns cliques, é possível inserir o valor desejado da carta de crédito, escolher o tipo de bem (como imóvel ou veículo) e verificar o valor aproximado das parcelas — incluindo o custo estimado do seguro. 

Conquiste seus sonhos com a Embracon 

O seguro de consórcio é, acima de tudo, uma garantia de tranquilidade e segurança para quem está planejando conquistar um bem de alto valor de forma organizada e sem sustos financeiros. Mais do que um serviço adicional, ele é uma proteção que assegura a continuidade do seu investimento mesmo diante dos imprevistos da vida, que, vamos combinar, podem acontecer a qualquer momento.  

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