Se você já precisou recorrer a empréstimos ou financiamentos para adquirir bens ou serviços de alto valor, sabe que essas alternativas são caras e comprometem boa parte da renda financeira.
Assim como é possível ter se deparado com uma solução mais vantajosa e atrativa, que vem conquistando bastante espaço no mercado: o consórcio. Apesar dos benefícios que esse sistema oferece, deveria ser lei para todos que se interessassem pela modalidade fazer uma simulação. E, quando o assunto envolve cirurgias plásticas, o simulador é ainda mais necessário.
O valor de um procedimento reparador pode variar conforme o tipo de reparação, local, hospital e experiência do cirurgião. Por essa razão, não há nada mais importante do que fazer uma simulação de consórcio para cirurgia plástica antes de aderir a um plano. Por conta da empolgação, os interessados tendem a pular etapas importantes, como essa, que pode interferir (e muito) na sua decisão. É normal, mas algumas etapas precisam ser seguidas.
Como o consórcio é uma modalidade de compra programada, que funciona à base do autofinanciamento coletivo, é necessário simular para entender o valor das parcelas e o prazo que o consórcio oferece para o encerramento do plano.
Imagina entrar em um grupo e, mais tarde, descobrir que nada do que você esperava aconteceu. Ou pior, participar dos lances e não ser contemplada porque atrasou algumas parcelas. Não dá, né?
A regra é clara: se você precisa fazer um procedimento reparador e vê no consórcio a possibilidade de investir de forma planejada, este artigo é para você. Continue a leitura e descubra por que a simulação de consórcio para cirurgia plástica é importante e como fazê-la antes de assinar o contrato. Vem com a gente!
O que é o consórcio para cirurgia plástica?
O consórcio para cirurgia plástica nada mais é do que o sistema de consórcio (habitualmente conhecido pelo consórcio de imóveis e de veículos) operando com outra finalidade.
Ele continua funcionando como um autofinanciamento coletivo, mas o foco é voltado para serviços. Se você não sabe como esse sistema de compra funciona em sua totalidade e quer entender a importância de fazer uma simulação de consórcio para cirurgia plástica, veja a seguir toda a explicação que preparamos para você.
Como o consórcio funciona, na prática?
O consórcio, no geral, funciona com a formação de um grupo com pessoas que compartilham o mesmo interesse.
Esse grupo deve ser formado e gerido por uma empresa regularizada e fiscalizada pelo Banco Central do Brasil, que cria um fundo comum para os participantes, organiza as assembleias mensais, realiza os sorteios e contempla todos os integrantes ativos.
Todo mês, os consorciados devem pagar suas parcelas que vão compor a poupança do grupo e concorrem a sorteios e lances que podem contemplar um ou mais integrantes com a carta de crédito.
A carta de crédito é um documento que comprova a participação no consórcio e permite que o participante pague o valor total da cirurgia.
Diferente do empréstimo e do financiamento, nos quais as taxas de juros podem encarecer o serviço contratado, o consórcio funciona sem entrada e sem juros, mas cobra algumas taxas de administração para viabilizar o funcionamento do sistema.
Diferenças entre consórcio e financiamento
Entre as principais diferenças entre o consórcio e o financiamento que podemos destacar, estão:
O consórcio é um modelo de compra colaborativo, que funciona à base do planejamento financeiro de todos os participantes. Para ter acesso ao crédito, é importante que o consorciado seja contemplado, e isso faz com que ele tenha que esperar alguns meses para isso. Há, também, a diferença de que o integrante não precisa se preocupar com juros ou entrada para aderir a um grupo, basta demonstrar interesse e iniciar o processo de adesão, o qual é mais acessível que o financiamento. Para quem quiser ou puder antecipar a contemplação, esse processo também é permitido. Os cotistas podem ofertar lances, que são adiantamentos de parcelas, e tentar acessar o crédito mais rapidamente;
O financiamento, por sua vez, embora ofereça o acesso mais rápido ao valor contratado, vem acrescido de juros que dobram ou triplicam o preço final do serviço. A burocracia para ser aprovado também é mais rigorosa, enquanto o consórcio permite que essa análise seja feita só no momento da contemplação (e, ainda assim, é muito mais flexível do que no financiamento). Neste último, o banco só aprova as condições de empréstimo se o cliente comprovar renda por meio de extratos, manter o nome limpo e apresentar um bom histórico de crédito. Além disso, a instituição financeira tende a exigir uma entrada, o que pode dificultar ainda mais o acesso.
Dessa forma, fica claro que, enquanto o financiamento pode atender bem àqueles que precisam de urgência, o consórcio é voltado para quem deseja evitar juros altos e para quem quer ter mais controle no longo prazo.
Juros x taxa administrativa
Esse é um assunto bastante delicado porque muitos acreditam que a taxa administrativa seja os “juros disfarçados” do consórcio. Não é. E, para esclarecer tudo, aqui vão alguns detalhes sobre os dois custos:
Os juros são um valor cobrado pelo uso de um dinheiro que não é seu. Quando um banco te empresta dinheiro para você comprar um produto ou serviço, esse dinheiro precisa retornar para ele acrescido de uma quantia extra. Essa quantia são os juros.
Basicamente, se você pega R$ 10 mil emprestados e precisa devolver R$ 15 mil para a instituição financeira, esses R$ 5 mil são os juros pagos ao banco por te emprestar o dinheiro. É uma remuneração para a empresa, que compensa o risco de não pagamento, o tempo em que o dinheiro fica emprestado e a inflação.
Já a taxa administrativa do consórcio é um valor bem baixo pago para cobrir os serviços prestados pela administradora, que fica responsável por criar e gerenciar o grupo, cuidar dos recursos, realizar assembleias mensais e garantir que tudo opere bem para manter o sucesso de todos.
Trata-se de um percentual bem pequeno que será embutido na parcela mensal e diluído ao longo do prazo do consórcio. Ou seja, quem paga a taxa de administração mal percebe o custo ao longo dos anos. A margem da porcentagem é de 15% a 20% sobre o total da declaração, o valor é fixo e, dependendo do consórcio, é possível encontrar grupos com taxas inferiores a 1% ao ano.
Processo de aprovação
Se está na dúvida sobre qual sistema de compra compensa mais, vale analisar o processo de aprovação, começando pelo financiamento, que é mais burocrático do que o consórcio.
Para ser aprovado, o cliente passa por uma análise que deve comprovar idade, renda, profissão, histórico de pagamento e média de score. Caso seja aprovado, é comum que a instituição exija o pagamento da entrada para dar continuidade no processo, o que dificulta um pouco as coisas.
Se o cliente não tem um emprego fixo ou uma renda favorável, as chances de ter o financiamento aprovado são bem baixas. Autônomos e pessoas jurídicas precisam comprovar o orçamento com extratos bancários e declaração do Imposto de Renda (IR).
Já no consórcio as coisas funcionam de um jeito diferente. Se o participante não tiver o nome negativado, ele tem amplo acesso ao grupo. O processo é tranquilo. A análise documental será feita após a contemplação, para garantir que o integrante tem condições de continuar pagando as parcelas até o final do grupo.
Se estiver tudo OK com a renda, com o trabalho e com as demais informações exigidas pela análise, o processo é mais tranquilo do que muitos imaginam.
Impacto no planejamento financeiro
Por fim, precisamos falar sobre o impacto no planejamento financeiro em ambos os casos. Como o financiamento opera com uma das maiores taxas de juros do mercado, é comum que as parcelas tendam a ficar mais salgadas se comparadas às mensalidades do consórcio.
Infelizmente, conforme divulgado pelo Banco Central do Brasil, não há uma taxa fixa de juros que os bancos podem utilizar para aplicar sobre o empréstimo.
Existem, sim, relações abusivas, mas, em se tratando do custo, o critério fica entre o cliente e a instituição financeira. Isso significa que o percentual pode superar a margem de 1% e 2% no mês, dependendo de tudo o que já abordamos aqui.
Para ajudar, o BC divulga uma média das taxas praticadas pelos bancos com base no serviço e/ou produto contratado, e você pode consultar essa lista no site oficial do Bacen para fazer uma comparação.
Agora que você já sabe de tudo o que precisa sobre consórcio e financiamento, é hora de entender a simulação de consórcio para cirurgia plástica e entender a importância dessa prática antes de aderir a um grupo.
Por que a simulação de consórcio para cirurgia plástica é importante?
De forma geral, a simulação de consórcio para cirurgia plástica é importante porque ela ajuda o consumidor a entender, na prática, quanto às parcelas mensais vão impactar seu bolso e decidir se vale a pena entrar no sistema ou não.
Quando um participante simula o consórcio, ele consegue visualizar:
Valor das parcelas mensais
Prazo do consórcio
Valor total do crédito
Sem contar que a simulação de consórcio para cirurgia plástica ajuda o cotista a organizar seus gastos com antecedência, considerando os custos fixos e variáveis que já são comprometidos pela renda. Assim, é possível equilibrar as parcelas e não comprometer outras áreas importantes.
Tenha em mente que, com a simulação, fica mais fácil comparar:
Custos entre diferentes administradoras
Prazos variados e mais flexíveis
Valores de crédito
Isso aumenta suas chances de escolher a empresa mais vantajosa e flexível para o seu caso.
Como funciona a simulação de consórcio para cirurgia plástica?
A simulação de consórcio para cirurgia plástica pode ser feita online, em sites confiáveis e oficiais da administradora escolhida. Aqui na Embracon, disponibilizamos uma ferramenta gratuita, que te ajuda a visualizar todos os encargos do consórcio e prazo, além da adesão do seguro (que é opcional).
Para realizar a simulação de consórcio para cirurgia plástica, é necessário que o cliente interessado disponibilize alguns dados para ter acesso ao simulador. É um processo bem simples e intuitivo, que qualquer um pode fazer no conforto de casa.
E o melhor: 100% gratuito e sem compromisso.
Dados necessários para simular
Para utilizar o simulador da Embracon e conseguir fazer uma simulação de consórcio para cirurgia plástica, é necessário se identificar com os seguintes dados:
Nome completo;
E-mail;
Celular;
CEP.
Lembrando que a ferramenta a ser utilizada deve ser a do consórcio de serviços, combinado?
Depois de confirmar o código enviado para o seu número de celular, a tela do simulador abre imediatamente. Você tem autonomia para escolher o valor da carta de crédito e o prazo, que pode variar de 20 a 40 meses. Depois de selecionar ambas as informações, o valor da carta de crédito e a taxa de administração serão calculados automaticamente.
Veja só uma simulação que fizemos, com uma carta no valor de R$ 20 mil, em um prazo de 40 meses, como ficou:
Observe que, nesta simulação, a ferramenta nos deu a opção “COM SEGURO”, que pode ser desativada, caso o cotista não veja sentido na contratação. A taxa administrativa é de 0,53% ao mês e deve ser embutida na parcela mensal.
Valor da cirurgia
Antes de fazer uma simulação de consórcio para cirurgia plástica, é importante fazer uma pesquisa para avaliar o preço da reparação cirúrgica. Os valores podem variar, dependendo:
Do grau de dificuldade da cirurgia;
Local;
Hospital escolhido;
Cirurgião.
De acordo com alguns levantamentos feitos pela Embracon, alguns procedimentos, como bichectomia, blefaroplastia e abdominoplastia, podem custar cerca de R$ 2.950 a R$ 4.885 e R$ 9.500, respectivamente, em redes privadas. Enquanto uma rinoplastia pode variar de R$ 18 mil a R$ 30 mil no Brasil.
O valor exato deve ser dado por um profissional, depois de uma avaliação clínica, que tende a avaliar o grau de complexidade, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
Com esse preço em mente, você pode começar a considerar o valor da carta de crédito do consórcio.
Prazo desejado
Também é necessário considerar o prazo para realizar a cirurgia. Como explicamos, o consórcio não é uma modalidade de compra urgente, o que significa que, para ter chances de ser contemplado e utilizar o crédito no momento certo, é válido aderir a um plano com antecedência. No mínimo dois anos e, no máximo, três, para não haver problemas com a data da cirurgia e o uso da carta de crédito.
Principais benefícios de simular antes de contratar
Agora que já conhece a importância de fazer uma simulação de consórcio para cirurgia plástica, veja a seguir as principais vantagens de utilizar o simulador antes de contratar um plano:
Evita surpresas financeiras: um dos grandes benefícios de utilizar o simulador de consórcio é a transparência. Como o participante visualiza todos os custos envolvidos, ele reduz o risco de ser pego de surpresa com taxas ou reajustes ao longo do processo;
Flexibilidade na escolha das parcelas: a simulação vai permitir que você ajuste as parcelas com base na sua renda. Isso pode te ajudar a manter o equilíbrio e evita que o consórcio prejudique outras despesas importantes;
Comparação de diferentes cenários: outro ponto vantajoso é que a simulação permite que os clientes testem diferentes opções, como valores de crédito e prazos maiores;
Planejamento de estratégias: a simulação também ajuda a pensar em possíveis estratégias, como a possibilidade de ofertar lances futuramente. Com ela, você se prepara para aumentar suas chances de acesso ao crédito.
Quais custos aparecem na simulação do consórcio?
Entre os principais custos que aparecem na simulação de consórcio para cirurgia plástica, estão:
Taxa de administração: a taxa de administração é o principal custo do consórcio, que, como explicamos, se refere à remuneração dos serviços prestados pela empresa;
Fundo comum: o fundo comum é praticamente a base do consórcio. Quando os cotistas alimentam a poupança, é para ele que o dinheiro vai. Dessa forma, todos os participantes tendem a ser contemplados. Não se trata de uma taxa extra, e sim de uma parte da parcela destinada ao crédito;
Fundo de reserva: o fundo de reserva é uma taxa que cobre possíveis inadimplências e protege os participantes. Ele é utilizado somente em situações extremas e, quando não utilizado, deve ser devolvido. Aqui na Embracon, quando não utilizamos o fundo de reserva, devolvemos-no com acréscimos de rendimentos;
Seguros: alguns consórcios incluem seguros opcionais, como demonstramos em nossa simulação. Esses seguros podem ser de vida, de inadimplência e de invalidez, dependendo da administradora.
Dicas para escolher o melhor consórcio para cirurgia plástica
Uma vez que você entende como o consórcio funciona, é importante aprender como escolher uma administradora séria e responsável. Para isso, reunimos algumas dicas que podem ajudar:
Sempre verifique a autorização da administração
Antes de tudo, é importante checar se a empresa é regularizada e fiscalizada pelo Banco Central do Brasil. Somente assim, a Lei de Consórcios consegue garantir que os direitos dos participantes sejam mantidos.
Analise todas as taxas envolvidas
As principais taxas envolvidas no consórcio incluem: taxa de administração, fundo de reserva, seguro (opcional) e fundo comum. No contrato, cada uma delas deve estar descrita corretamente e, caso haja algum custo embutido, é válido questionar a administradora e pedir esclarecimentos. Uma empresa transparente sempre explica todas as cláusulas com clareza.
Pesquise a reputação da empresa
Fique atento não só às avaliações do cliente, mas também ao histórico de reclamações no Reclame Aqui e no Procon. Muitos clientes costumam entrar em fóruns e/ou em grupos na internet para compartilhar experiências sobre o consórcio. É válido pedir informações sobre uma empresa específica para conhecer o relacionamento da administradora com os clientes.
Leia o contrato de consórcio com atenção
Mesmo que não tenha conhecimento sobre cláusulas e contratos, é importante ler atentamente todas as páginas para entender o funcionamento do consórcio. Caso haja dúvidas, converse com a administradora ou peça para alguém especializado explicar tudo para você. Nossa recomendação é: não assine o contrato antes de tudo estar claro.
Desconfie de promessas irreais
Nenhuma administradora pode garantir a contemplação imediata dos participantes. Isso significa que, se houver promessas irreais como “seja contemplado em 5 meses”, “conquiste sua contemplação sem lance”, é melhor para o participante que ele fuja e busque outras opções no mercado.
Faça sua simulação de consórcio para cirurgia plástica com a Embracon!
Como vimos, a simulação de consórcio para cirurgia plástica é um dos passos mais importantes para quem deseja aderir a um plano. Ela te ajuda a identificar possibilidades e a visualizar valores de parcelas mensais e possíveis estratégias no futuro.
Depois de utilizar o simulador, é importante conhecer a administradora para checar se os serviços oferecidos por ela fazem sentido para o que você está buscando. Em caso de promessas irreais, fuja e procure por outras alternativas mais confiáveis no mercado.
A Embracon, em especial, se destaca por oferecer um serviço claro e confiável para os clientes. Há anos operando no sistema de consórcios, a empresa é reconhecida como referência no setor, atendendo não só consórcios de veículos, de imóveis e de serviços, mas também de máquinas e equipamentos e veículos pesados.
Se precisa realizar um sonho de fazer uma cirurgia plástica e está em busca de uma empresa que se importa realmente com o investimento de seus clientes, conte com a gente. Aqui, trabalhamos incansavelmente para garantir que todos os seus direitos sejam garantidos e que seus sonhos sejam realizados.
Sem entrada, sem juros e sem letras pequenas no contrato: é assim que a Embracon funciona. Se ficou com alguma dúvida, converse com um de nossos especialistas ou faça uma simulação personalizada e gratuita em nosso site. Com a Embracon, você não tem limites para sonhar. Pode sonhar alto!





