Seguro de consórcio: quando vale a pena?

Seguro de consórcio: quando vale a pena?

Quando pensamos em comprar um bem de alto valor, muitas vezes somos surpreendidos com a quantidade de taxas. No caso de optar por um financiamento, por exemplo, são juros em cima de juros – além da exigência de entrada e de comprovação de renda, tornando o processo tão caro quanto burocrático.

A ansiedade de comprar uma casa ou um imóvel pode levar muitos consumidores a ignorar a importância de contratar serviços adicionais. Este é o caso do seguro de consórcio, que gera muitas dúvidas nos consumidores antes mesmo de investir em um bem.

Geralmente ofertado como um serviço adicional, o seguro também é diluído nas parcelas como as demais taxas, como:

Taxa de administração: que remunera a empresa de consórcio por criar e gerir os grupos, além de ficar responsável por entregar as cartas de crédito;

Fundo de reserva: percentual variável (de acordo com o grupo) que protege de situações adversas, como inadimplência dos consorciados.

Para evitar situações pessoais que possam comprometer o pagamento contínuo das mensalidades, o consorciado também pode contratar as opções de seguro. Entenda a seguir como funciona.

Leia também sobre: Como calcular as parcelas do consórcio?

Para que serve o seguro de consórcio

Geralmente as administradoras preveem em contrato quando as mensalidades incluem seguro. Em outros casos, porém, a administradora oferece como um serviço à parte, cuja contratação fica a critério do consorciado.

Se você está receoso em investir em uma carta de crédito por conta de alguma adversidade no futuro, vale a pena conferir as opções de seguro. Um dos mais contratados é o seguro prestamista, que realiza o pagamento total ou parcial das mensalidades restantes.

Porém, é importante ficar atento: o seguro de consórcio é diferente de um seguro de carro ou de imóvel. Ele não protege o bem que você escolheu investir; protege as suas condições de pagamento, principalmente em situações como:

Quebra de garantia

Se tiver contratado o seguro, o consorciado tem uma proteção adicional caso deixe de pagar alguma parcela e se torne inadimplente.

Seguro de vida

Garante o pagamento das mensalidades – ou de um bom percentual delas – no caso de falecimento do consorciado. Geralmente, é preciso nomear um responsável (familiar ou cônjuge) como beneficiário.

Seguro desemprego

Garante o pagamento de uma quantidade de mensalidades caso o consorciado perca o emprego. É uma das opções mais buscadas, principalmente por conta da situação econômica instável e pelo alto índice de desemprego no Brasil nos últimos anos.

Quanto custa o seguro de consórcio?

É difícil mensurar este valor. Vai de caso para caso, porque depende do valor da carta de crédito, do total de parcelas abertas e do bem escolhido. Além do mais, a administradora conta com os serviços de uma seguradora, que possui tabelas e percentuais variáveis para cada situação.

No entanto, você pode tirar as suas dúvidas de valores, cobertura e condições para contratar quando estiver fechando um contrato de consórcio já com a administradora.

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