O consórcio de serviços é uma boa opção para os brasileiros?

O consórcio de serviços é uma boa opção para os brasileiros?

Se você já vende consórcio há algum tempo, provavelmente percebeu uma mudança sutil, mas importante, no comportamento do cliente. Nem sempre ele chega com um objetivo claro como “comprar um carro” ou “adquirir um imóvel”. 

Muitas vezes, o que ele traz é algo menos estruturado, como um plano adiado, uma necessidade que ainda não virou decisão, ou até uma intenção que ele nem sabe como viabilizar.

Nesse intervalo entre o desejo e a execução, o consórcio de serviços se encaixa com mais força. 

Aliás, talvez esse seja o ponto mais interessante desse produto: ele não depende de grandes marcos de compra, pois se conecta com a vida cotidiana, e, por isso, amplia significativamente o campo de atuação de quem vende.

Neste post, entenda por que o consórcio de serviços vem ganhando espaço no Brasil e como esse produto pode se tornar uma frente consistente de vendas para quem atua como parceiro.

Acompanhe a leitura!

Por que o consórcio de serviços tem crescido no Brasil?

Os dados recentes indicam uma recuperação consistente do consórcio de serviços em 2025, com crescimento nas adesões, aumento no volume de créditos comercializados e avanço no número de participantes ativos. 

No entanto, para quem está na ponta, lidando com clientes todos os dias, o crescimento não se explica apenas pelos números.

O que está acontecendo é uma mudança de lógica. Durante muito tempo, o consumo foi estruturado em torno de bens duráveis, algo visível, concreto e, muitas vezes, financiado a longo prazo com custos elevados. 

Hoje, existe uma valorização crescente de decisões que não necessariamente resultam em um bem físico, mas que impactam diretamente a vida das pessoas. Inclui:

  1. Formação e qualificação profissional (cursos técnicos, faculdade, pós graduação, etc);

  2. Experiências como viagens;

  3. Cuidados pessoais e estéticos;

  4. Organização de eventos e projetos familiares.

Essas decisões não surgem de forma isolada. Elas aparecem ao longo do tempo, em diferentes fases da vida, e quase sempre esbarram no mesmo obstáculo: falta de planejamento financeiro estruturado.

O consórcio de serviços entra exatamente nesse ponto. Ele transforma algo que seria feito de forma improvisada, muitas vezes via crédito caro, em uma decisão planejada. E quando o produto resolve um problema real, ele naturalmente ganha espaço.

Como o consórcio de serviços amplia as oportunidades para quem vende?

A venda de bens costuma depender de um momento muito específico da vida do cliente. Ele precisa estar decidido, preparado e disposto a assumir aquele compromisso. Fora desse contexto, a conversa dificilmente evolui.

Com o consórcio de serviços, essa dependência diminui consideravelmente. Afinal, ocorre isso porque o produto se conecta com múltiplas intenções, não com uma única decisão. Em vez de esperar o cliente querer comprar algo grande, o parceiro passa a identificar diferentes necessidades ao longo do tempo.

Essa mudança altera a dinâmica da venda. Você deixa de atuar apenas quando o cliente “está pronto” e passa a atuar quando ele está planejando algo; está adiando uma decisão ou está buscando alternativas mais viáveis.

Na prática, isso aumenta o número de conversas relevantes e reduz períodos de inatividade comercial. Além de que, torna a abordagem mais natural, porque você fala sobre algo que já faz parte da realidade do cliente.

Quais são os argumentos mais consistentes para vender consórcio de serviços?

Existe uma diferença importante entre listar vantagens e construir um argumento. O consórcio de serviços possui benefícios claros, mas o impacto deles depende da forma como são apresentados.

A ausência de juros, por exemplo, é um ponto forte, mas isoladamente não sustenta a decisão. O que realmente faz sentido para o cliente é entender como isso se traduz na prática.

Quando você mostra que ele pode viabilizar um projeto sem comprometer o orçamento com encargos elevados, a percepção muda. Não é apenas economia. É controle.

Além disso, em um cenário onde muitas decisões financeiras são tomadas sem clareza de longo prazo, saber exatamente quanto será pago e por quanto tempo reduz a insegurança. Ou seja, facilita a adesão, especialmente para clientes mais cautelosos.

Existe também a versatilidade. O crédito não fica preso a um único tipo de uso rígido. Ele pode ser direcionado para diferentes objetivos dentro da categoria, o que amplia o valor percebido e torna a proposta mais adaptável.

Talvez o argumento mais forte seja menos técnico e mais comportamental, o consórcio organiza decisões que, sem ele, seriam feitas de forma desestruturada. E isso, para muitos brasileiros, faz mais diferença do que qualquer taxa.

Como o consórcio de serviços contribui para uma venda mais consultiva?

Uma venda mais eficiente não começa com explicação. Começa com escuta. O consórcio de serviços exige, e ao mesmo tempo favorece uma abordagem mais consultiva, porque ele não está associado a uma demanda única e explícita.

Perguntas como:

  • “O que você gostaria de fazer nos próximos anos?”

  • “Tem algo que você vem adiando por questão financeira?”

  • “Hoje, qual decisão você sente que está travada?”

Abrem espaço para uma conversa diferente. 

A partir dessas respostas, o consórcio deixa de ser apresentado como uma opção genérica e passa a ser inserido como solução específica para um contexto real.

Esse tipo de condução reduz resistência. O cliente não sente que está sendo convencido a comprar algo. Ele percebe que existe um caminho viável para algo que já fazia sentido para ele. Essa percepção muda completamente a qualidade da negociação.

Por que o consórcio de serviços pode gerar mais constância nas vendas?

Um dos pontos que mais impactam o resultado de quem vende consórcio é a irregularidade. Vendas maiores tendem a ter ciclos mais longos, o que cria períodos de baixa movimentação.

O consórcio de serviços ajuda a equilibrar esse cenário porque atua em uma faixa diferente de decisão. Ele permite:

  1. Trabalhar com objetivos menores e mais frequentes;

  2. Adaptar valores ao perfil do cliente;

  3. Criar novas entradas no funil.

Ao incorporar o consórcio de serviços na rotina comercial, o parceiro aumenta o volume de oportunidades e reduz a dependência de negociações pontuais. Além disso, existe um efeito de continuidade.

Um cliente que entra por um serviço tende a manter relacionamento. Ele passa a enxergar o consórcio como uma ferramenta útil, e não como uma solução isolada. Com o tempo, isso abre espaço para novas negociações, inclusive de maior valor.

O consórcio de serviços é uma boa opção para os brasileiros!

O consórcio de serviços se encaixa em um momento em que o consumidor busca mais controle, mais previsibilidade e menos exposição a custos elevados.

Para o cliente, trata-se de um método positivo para viabilizar planos, que garante mais segurança financeira. Para o parceiro, significa ampliar atuação com um produto que conversa com diferentes momentos da vida.

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