Descubra os melhores lugares para viajar no Brasil e como o consórcio pode pagar a viagem

8 de set. de 202611 minutos de leitura
Descubra os melhores lugares para viajar no Brasil e como o consórcio pode pagar a viagem

Escolher uma viagem pelo Brasil tem um problema muito bom: dificilmente falta opção. Em poucas horas de voo, é possível trocar uma praia de água transparente por uma cidade histórica, atravessar dunas, mergulhar em rios ou passar alguns dias cercado por cachoeiras.

Por isso, uma lista de lugares para viajar no Brasil não deveria ser apenas uma sequência dos destinos mais famosos. O melhor lugar depende muito mais da viagem que você quer viver do que de qualquer ranking.

Tem férias que pedem descanso, outras pedem aventura. Às vezes, você quer comemorar uma data especial e topa investir um pouco mais. Em outros momentos, o objetivo é simplesmente aproveitar alguns dias sem transformar o cartão de crédito em uma lembrança das férias pelos próximos meses.

E talvez essa seja a parte que mais pesa quando o destino finalmente é escolhido: como pagar?

Uma viagem nacional pode custar poucos milhares de reais ou facilmente chegar às dezenas de milhares quando envolve família, passagens aéreas, hospedagem melhor, passeios e uma estadia mais longa.

Quando o dinheiro ainda não está disponível, isso não precisa significar desistir. Dá para transformar a viagem em uma meta, organizar o custo com antecedência e, para quem tem flexibilidade de prazo, considerar até mesmo o consórcio de serviços como parte desse planejamento.

Mas primeiro vem a melhor parte: decidir para onde ir e, nós, da Embracon, queremos ajudar!

Como escolher os melhores lugares para viajar no Brasil?

Imagine que você ganhou sete dias de férias. O que faria esses dias valerem a pena?

Talvez seja passar a manhã sem horário em uma praia tranquila. Pode ser caminhar durante horas até uma cachoeira ou finalmente conhecer aquele destino que aparece há anos na sua lista.

Essa resposta já elimina metade do mapa.

Quem quer descansar provavelmente terá uma experiência muito diferente em João Pessoa e no Jalapão. Os dois podem render viagens inesquecíveis, mas exigem ritmos, deslocamentos e até orçamentos bastante diferentes.

O mesmo vale para uma família com crianças pequenas, um casal em lua de mel ou um grupo de amigos que quer aventura.

Antes de comprar sua passagem, pense no que você espera sentir quando chegar lá. Depois, comece a comparar destinos que entregam justamente essa experiência.

Confira nossas dicas de lugares para conhecer no Brasil:

Lençóis Maranhenses

Há lugares bonitos e há aqueles que fazem você olhar a foto duas vezes para entender se aquilo realmente existe. É o verdadeiro significado de paraíso!

Os Lençóis Maranhenses entram facilmente na segunda categoria.

O cenário formado pelas dunas e lagoas é uma das paisagens mais bonitas do país. O Ministério do Turismo costuma destacar o destino entre as grandes experiências de natureza do Brasil, e o período posterior às chuvas é bastante procurado porque as lagoas ficam mais cheias.

Barreirinhas é uma das bases mais conhecidas, mas Santo Amaro e Atins também aparecem nos roteiros de quem quer explorar a região.

E aqui já aparece uma lição importante de planejamento: a viagem não termina no preço do hotel.

Para conhecer os Lençóis de verdade, você provavelmente vai querer incluir passeios, deslocamentos e experiências que exigem contratação de serviços. É justamente essa parte que precisa entrar no orçamento antes de você se empolgar com uma passagem promocional.

O destino combina com quem quer natureza, paisagens diferentes e uma viagem que tenha mais experiência do que simplesmente “ficar na praia”.

Alter do Chão

Uma faixa de areia clara, água doce e aquele cenário que facilmente poderia ser confundido com uma praia de litoral. Só que você está no Pará.

Alter do Chão, distrito de Santarém, é um daqueles lugares que ajudam a entender por que escolher destinos brasileiros apenas pelas praias do Nordeste seria limitar demais as possibilidades.

O Ministério do Turismo destaca Alter do Chão pelas praias de água doce às margens do Tapajós, em meio à experiência amazônica da região.

A famosa Ilha do Amor costuma aparecer primeiro nas fotos, mas limitar a viagem a ela seria perder boa parte da graça. Passeios de barco, comunidades, praias e outras experiências nos arredores podem ocupar vários dias.

É um destino que pede pesquisa sobre a época do ano, porque o nível dos rios altera bastante a paisagem e aquilo que você encontrará durante a viagem.

Também é uma ótima lembrança de que o Brasil oferece experiências difíceis de encaixar em uma única categoria. Não é exatamente uma viagem de praia, nem apenas uma viagem de natureza.

É a Amazônia com os pés na areia.

Bonito

Em Bonito, boa parte das experiências acontece dentro d'água.

Rios cristalinos, flutuações, grutas, cachoeiras e diferentes atividades de ecoturismo transformaram o município de Mato Grosso do Sul em uma das grandes referências brasileiras do segmento. 

O destino funciona muito bem para quem gosta de natureza, mas quer encontrar uma estrutura turística já consolidada.

Só existe uma particularidade: não é uma viagem para calcular apenas passagem e pousada.

Os passeios são parte da experiência e podem representar uma fatia importante do orçamento. Quem chega a Bonito e deixa para pensar nisso depois pode descobrir que economizou bastante no voo e subestimou justamente aquilo que foi fazer no destino.

Por isso, é importante montar primeiro uma lista das experiências realmente desejadas e só depois fechar o custo da viagem.

Talvez você não precise fazer todos os passeios disponíveis. Escolher alguns com calma pode ser melhor para o bolso e também para aproveitar a viagem sem passar os dias correndo de uma atração para outra.

Foz do Iguaçu

Existem destinos difíceis de recomendar sem conhecer o viajante, mas Foz do Iguaçu é uma das exceções.

Funciona para famílias, casais, idosos, grupos de amigos e até para quem quer fazer uma viagem relativamente curta.

Naturalmente, as Cataratas estão no centro do roteiro. O Parque Nacional do Iguaçu, reconhecido como Patrimônio Mundial Natural, foi o segundo parque nacional mais visitado do Brasil em 2025, segundo dados divulgados.

Mas a vantagem de Foz está justamente em não depender de uma atração só.

É possível construir uma viagem com natureza, experiências culturais e a região da tríplice fronteira, além de organizar o número de passeios conforme o orçamento disponível.

Para quem está começando a explorar os lugares para viajar no Brasil, pode ser um destino interessante porque não exige uma logística tão complexa quanto determinadas viagens de aventura.

Você chega a uma cidade estruturada e consegue montar diferentes versões da mesma viagem.

Um fim de semana prolongado funciona. Cinco ou seis dias também.

João Pessoa

Nem toda viagem precisa começar às sete da manhã e terminar quando você já não sente as pernas.

Seguindo uma lógica oposta, João Pessoa funciona muito bem. A capital paraibana permite que os turistas conheçam suas praias, mas também os restaurantes, os passeios pelo litoral e as atrações culturais sem transformar as férias em uma competição para ver quantos lugares cabem no mesmo dia.

E essa combinação deixa o roteiro bastante flexível.

Você pode montar uma viagem mais econômica, aproveitando a capital e praias próximas, ou aumentar o orçamento com passeios e bate-voltas pelo litoral.

É uma característica importante para quem ainda está definindo quanto pode gastar.

Nem sempre um bom destino precisa exigir um pacote cheio de atividades pagas. Às vezes, o melhor das férias está justamente em ter uma praia bonita a poucos minutos de onde você está hospedado.

Salvador

Há cidades que funcionam como destino de praia. Outras vivem de história. Algumas são procuradas pela gastronomia.

Salvador consegue unir tudo isso dentro da mesma viagem.

Você pode começar o dia no mar, passar algumas horas pelo Centro Histórico e terminar em um restaurante que sozinho já faria a viagem valer a pena.

A capital baiana segue entre os destinos brasileiros de grande desejo turístico e é constantemente promovida pela combinação de patrimônio, cultura e litoral.

É também uma cidade que permite adaptar a experiência ao seu bolso.

Quem dispõe de menos tempo consegue conhecer muita coisa em três ou quatro dias. Quem quer férias maiores pode usar Salvador como ponto de partida para explorar outras regiões da Bahia.

Talvez seja justamente essa versatilidade que explica por que o destino continua funcionando para perfis tão diferentes.

É difícil voltar de Salvador dizendo que faltou coisa para fazer. Normalmente acontece o contrário: fica aquela lista para a próxima viagem.

Fernando de Noronha

Noronha dificilmente entra na categoria de “escapadinha sem planejamento”.

É aquele tipo de destino que muita gente escolhe para lua de mel, aniversário importante ou simplesmente para realizar um sonho antigo.

O arquipélago reúne algumas das paisagens naturais mais bonitas do Brasil e possui regras específicas de visitação e conservação justamente por sua sensibilidade ambiental. Isso naturalmente interfere no orçamento.

Além de passagem e hospedagem, existem taxas, passeios e diferentes custos para montar a experiência completa.

Por outro lado, nem toda viagem precisa ser barata.

Às vezes, faz mais sentido assumir que aquele será um projeto especial, calcular quanto ele realmente custa e começar a se preparar com antecedência.

É justamente quando o destino exige um investimento maior que transformar a viagem em meta financeira deixa de ser exagero e começa a fazer bastante sentido.

E se eu ainda não souber para onde viajar?

Talvez essa seja justamente a melhor parte.

Você não precisa decidir para onde ir neste momento.

Quando pensamos em planejar uma viagem, uma boa estratégia é escolher três destinos e montar uma estimativa simples para cada um. Considere passagem e transporte, hospedagem, alimentação, deslocamentos, passeios e uma margem para despesas pessoais.

Quando os números aparecem, a comparação fica muito mais real.

Talvez você descubra que consegue fazer João Pessoa ainda este ano, enquanto Noronha fica como projeto para daqui a dois. Ou que prefere trocar uma viagem curta mais cara por dez dias em outro destino.

Também é possível perceber que o lugar que parecia inacessível só precisava de mais antecedência. Viagem não precisa começar pela compra da passagem. Pode começar por uma meta.

Quanto custa viajar pelo Brasil?

Essa é uma pergunta quase impossível de responder com um único número. Se falássemos X ou Y, estaríamos mentindo.

Isso porque cinco dias em uma capital com boa oferta de voos podem custar muito menos do que uma semana em um destino que exige transfers, guias e passeios diários.

Viajar sozinho também cria uma conta diferente de uma viagem em família. E períodos de alta procura podem alterar bastante os preços de transporte e hospedagem.

Por isso, em vez de procurar “quanto custa uma viagem para X” e aceitar o primeiro valor encontrado, você pode montar sua própria versão.

Se a passagem custa R$ 1.200, a hospedagem R$ 2.000 e os passeios R$ 1.500, você ainda não tem uma viagem de R$ 4.700.

Faltam alimentação, deslocamentos, seguro quando fizer sentido e despesas que surgirão durante os dias fora.

Também é importante deixar uma pequena margem para o inesperado porque sempre existe um restaurante que você não tinha planejado, um passeio que parece imperdível quando chega ao destino ou simplesmente um preço que mudou desde a pesquisa.

Fazer um planejamento não serve para controlar cada centavo das férias, serve para você conseguir aproveitar os dias sem ficar fazendo conta para saber se o cartão ainda aguenta.

Quando o sonho de viajar pesa no orçamento

Você escolheu o destino. Fez a conta. E descobriu que a viagem custa R$ 10 mil, R$ 15 mil ou talvez R$ 25 mil para toda a família.

É nessa hora que muita viagem volta para a pasta do “um dia”. Talvez o problema não seja o valor total, pode ser simplesmente tentar pagar tudo de uma vez.

Se a viagem não precisa acontecer imediatamente, o tempo passa a ser parte da solução.

Uma possibilidade é separar dinheiro mensalmente em uma reserva específica. Outra, para determinados perfis, é avaliar um consórcio de serviços.

O importante é não cair na ideia de que parcelar tudo no cartão é a única maneira de transformar um destino caro em uma parcela pequena.

A parcela pode parecer leve enquanto a viagem ainda está longe.

O problema é quando você volta para casa e ela continua chegando por muitos meses.

Como funciona o consórcio de serviços para viagens?

O consórcio tem uma lógica diferente de um empréstimo ou financiamento.

Os participantes fazem parte de um grupo e contribuem para a formação de um fundo comum. Ao longo do plano, as contemplações acontecem por sorteio ou por lance, sempre de acordo com as regras do grupo e com a existência de recursos.

Na Embracon, a viagem pode ser planejada por meio do consórcio de serviços. Após a contemplação e o cumprimento das exigências do contrato, a carta pode ser utilizada na contratação de serviços turísticos, como hospedagem, passagens, pacotes e outros serviços elegíveis.

Isso não significa entrar hoje e viajar no mês que vem.

A contemplação não tem uma data garantida previamente quando depende de sorteio. O lance permite tentar antecipá-la, mas também segue as condições da assembleia.

Por isso, o consórcio conversa muito melhor com quem pensa: “quero fazer essa viagem”, do que com quem diz: “preciso embarcar daqui a 30 dias”.

Como colocar a viagem dentro do consórcio sem fazer a conta ao contrário?

Eu começaria pelo orçamento da viagem, não pela parcela.

Imagine que você queira levar quatro pessoas para os Lençóis Maranhenses e, depois de pesquisar transporte, hospedagem e passeios, estime um custo de R$ 18 mil.

Esse é o número que deve orientar o planejamento.

A partir dele, você consegue avaliar uma carta compatível com os serviços que pretende contratar e observar se as prestações cabem na renda mensal.

O erro seria começar dizendo “consigo pagar R$ 300 por mês” e depois tentar montar uma viagem inteira em torno disso.

Primeiro vem o sonho com preço. Depois vem a estratégia para realizá-lo.

Também é importante entender que a utilização da carta segue as regras contratuais e envolve o pagamento dos prestadores de serviço. A regulamentação do Banco Central prevê que a administradora faça o pagamento ao fornecedor ou prestador escolhido pelo consorciado contemplado após a documentação necessária.

O consórcio paga toda a viagem?

Depende da carta escolhida, dos serviços contratados e das regras do plano.

Na prática, faz sentido separar o orçamento em duas partes.

Uma delas reúne os grandes serviços da viagem: pacote, hospedagem, transporte, passeios ou outros itens que possam ser contratados de acordo com as condições do consórcio.

A outra é a sua reserva pessoal.

É dela que podem sair alimentação do dia a dia, lembrancinhas, pequenas mudanças de roteiro e outras despesas que aparecem enquanto você está viajando.

Essa separação é saudável porque evita transformar o consórcio em uma tentativa de prever cada gasto das férias.

Ele pode ajudar a estruturar o projeto.

Mas você continua precisando de organização própria para viajar com tranquilidade.

Consórcio ou cartão: qual faz mais sentido para viajar?

Depende principalmente de quando você pretende embarcar.

Se você já tem dinheiro para pagar a viagem e usa o cartão apenas como meio de pagamento, a discussão é uma.

Se não possui o valor e precisa financiar praticamente toda a viagem, a situação é outra.

O consórcio não cobra juros de financiamento, mas possui taxa de administração e pode ter outros componentes previstos no contrato. A taxa remunera a administradora pela gestão do grupo.

Em compensação, exige espera pela contemplação.

Já o cartão permite fechar a viagem imediatamente quando existe limite disponível, mas assumir uma dívida longa para pagar férias merece cuidado, principalmente quando o orçamento já está apertado.

Nenhuma opção precisa ser tratada como solução universal.

O ponto é combinar a forma de pagamento com o prazo da viagem.

Planejar também pode deixar a viagem melhor

Existe uma ideia de que planejar demais tira a graça das férias, mas é o contrário.

Quando a parte financeira está resolvida, você chega ao destino com muito mais liberdade para aproveitar.

Não precisa escolher entre um passeio e a fatura do mês seguinte. Não precisa voltar para casa com a sensação de que gastou muito mais do que podia.

E também consegue tomar decisões melhores antes de viajar.

Com tempo, dá para acompanhar passagens, escolher hospedagem com calma, pesquisar a melhor época e decidir quais experiências realmente merecem entrar na programação.

Às vezes, planejamento significa até mudar o destino.

Você começa pensando em Noronha, descobre que Alter do Chão entrega exatamente a experiência que queria por outro orçamento e volta para casa igualmente encantado.

Isso não é desistir do sonho. É viajar melhor.

Os melhores lugares para viajar no Brasil são aqueles que saem do plano

Lençóis Maranhenses, Alter do Chão, Bonito, Foz do Iguaçu, João Pessoa, Salvador, Chapada Diamantina e Fernando de Noronha são apenas uma pequena amostra do que existe dentro do país.

E talvez nem seja necessário encontrar os melhores lugares para viajar no Brasil. O destino certo é aquele que combina com o momento, o perfil de quem vai viajar e o dinheiro que você consegue dedicar à experiência.

Quando o orçamento ainda não acompanha a vontade, vale olhar para o prazo antes de abandonar o plano.

Se existe tempo, dá para organizar.

O consórcio de serviços entra justamente aqui: não como uma promessa de viagem imediata, mas como uma alternativa para quem quer transformar um objetivo futuro em um compromisso financeiro planejado.

Escolha alguns lugares para viajar no Brasil, pesquise quanto custaria viver a experiência do jeito que você gostaria e coloque esse número no papel.

Depois, encontre uma administradora confiável como o Consórcio Embracon e comece a tirar esse sonho do papel. 

Disponibilizamos um simulador online em que você pode fazer sua simulação e descobrir se o consórcio realmente funciona para você. Simule agora mesmo ou fale com um de nossos especialistas e tire suas dúvidas sobre o consórcio de serviços!


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