O que podemos esperar do consórcio para 2026?

O que podemos esperar do consórcio para 2026?

Você já notou como o consórcio vem ganhando cada vez mais espaço nas decisões de compra das famílias e empresas brasileiras? Depois de um ano de resultados fortes e recordes em adesões, as projeções para 2026 começam a surgir e prometem transformar ainda mais o setor. 

Com estimativas de crescimento em diversos segmentos e sinais de que a educação financeira está avançando entre os consumidores, surge uma pergunta que pode fazer toda a diferença no seu planejamento: o que podemos realmente esperar dessa modalidade em 2026 e como isso pode impactar as escolhas de seus clientes? Confira!

Projeções de crescimento por segmento do consórcio em 2026

As projeções da ABAC para 2026 indicam um cenário de crescimento consistente para o Sistema de Consórcios, ainda que com ritmos diferentes entre os segmentos, refletindo mudanças no comportamento dos consumidores e no apetite dos investidores. 

O consórcio de imóveis aparece como o principal destaque, com expectativa de crescimento de cerca de 25%, impulsionado pela busca por formação de patrimônio, pelo alto custo do financiamento imobiliário e pela valorização do planejamento financeiro de longo prazo. Esse desempenho sinaliza que essa modalidade segue ganhando espaço como alternativa estruturada para quem deseja adquirir imóveis sem a pressão dos juros.

O de veículos leves, embora com crescimento mais moderado, estimado em torno de 6%, mantém sua relevância como o maior segmento do sistema. Essa evolução indica estabilidade e maturidade do mercado, sustentada pela demanda contínua por automóveis e pela preferência do consumidor por compras planejadas, especialmente em um ambiente de crédito tradicional mais restritivo. As motocicletas devem crescer cerca de 7%, refletindo a demanda por mobilidade individual e menor tíquete de entrada, o que torna o consórcio atrativo para um público mais amplo e sensível ao orçamento.

Entre os segmentos que mais devem acelerar estão os eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis, com projeção de crescimento de aproximadamente 20%. Esse avanço aponta para a ampliação do uso da carta de crédito em decisões de consumo além dos bens tradicionais, reforçando o papel da modalidade como instrumento de organização financeira também para aquisições de menor valor unitário. 

O de serviços, com expectativa de crescimento de 8,5%, indica recuperação e maior aceitação dessa modalidade para despesas planejadas, como educação, viagens e reformas.

Em contraste, o consórcio de veículos pesados tende a permanecer estável em 2026, após retração em 2025. Esse desempenho mais contido está associado a fatores como maior cautela de empresas, endividamento elevado em setores como o agronegócio e sensibilidade às oscilações econômicas e de commodities, que impactam diretamente decisões de investimento.

De forma geral, as projeções mostram um sistema de consórcios fortalecido, com crescimento puxado por segmentos ligados ao planejamento de patrimônio e consumo consciente. As diferenças entre os segmentos indicam que, enquanto o consumidor pessoa física segue ampliando o uso do consórcio como ferramenta financeira, decisões de maior porte e perfil empresarial ainda exigem um ambiente econômico mais favorável para retomar um crescimento mais robusto.

Fatores econômicos que influenciam o setor de consórcio neste ano

O desempenho do Sistema de Consórcios neste ano está ligado a fatores econômicos que influenciam a capacidade de adesão e a confiança do consumidor. Segundo a ABAC, mesmo com crescimento moderado do PIB, o setor tende a manter uma trajetória positiva, por se apoiar no planejamento financeiro, e não no crédito imediato.

A evolução do PIB impacta a confiança e a atividade econômica, mas o consórcio costuma ser resiliente em cenários de crescimento mais contido. Nesses contextos, consumidores tendem a buscar alternativas previsíveis e com menor custo financeiro, o que favorece o sistema.

A renda familiar também é determinante. A expectativa de estabilidade ou leve avanço da renda disponível estimula a adesão, já que parcelas sem juros e previsíveis se ajustam melhor ao orçamento e facilitam compromissos de longo prazo, como veículos e imóveis.

Fatores externos, como câmbio, commodities e cenário internacional, podem afetar alguns segmentos, especialmente veículos pesados e imóveis. Ainda assim, a ABAC aponta que o desempenho da modalidade tem baixa correlação com a taxa de juros, reforçando sua menor dependência do crédito tradicional.

Por fim, o avanço da educação financeira fortalece o setor. A maior conscientização sobre endividamento e custos de financiamento impulsiona essa solução de crédito como ferramenta de organização financeira, sustentando seu crescimento mesmo em ambientes econômicos mais desafiadores.

Estratégias que devem ser abordadas numa negociação para os consumidores aproveitarem as oportunidades do mercado de consórcio 

Em um cenário de expansão do Sistema de Consórcios, a negociação deve ir além da apresentação do produto e focar no planejamento do consumidor. Orientar sobre o momento de entrada é fundamental, já que fases de crescimento oferecem mais grupos, maior volume de contemplações e melhores oportunidades de lances.

A escolha do plano precisa considerar orçamento e objetivos de curto, médio e longo prazo. Avaliar prazo, valor da parcela e carta de crédito evita compromissos excessivos e garante permanência saudável no grupo. Simuladores ajudam a comparar cenários e entender o impacto das parcelas no orçamento mensal.

A estratégia de lances também deve ser abordada com clareza. Explicar as modalidades e alinhar expectativas de contemplação reforça o consórcio como uma combinação de planejamento e oportunidade. Quem tem reserva pode estruturar lances mais competitivos; quem não tem urgência pode contar com o sorteio ao longo do tempo.

Por fim, o planejamento financeiro sustenta toda a decisão. Mesmo em um mercado aquecido, organização, acompanhamento das assembleias e revisão periódica de objetivos aumentam a segurança e favorecem uma experiência positiva. Assim, o consórcio passa a ser visto como um instrumento estratégico, e não apenas como uma forma de compra.

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