O consórcio vai se tornar ainda mais popular em 2026?

O consórcio vai se tornar ainda mais popular em 2026?

Quem trabalha com venda sabe que mercado aquecido não significa venda fácil. Um produto pode crescer, aparecer mais nas buscas, circular mais nas conversas e, ainda assim, exigir uma abordagem bem construída para virar contrato. 

Dessa forma, quando a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC) projeta que o Sistema de Consórcios pode crescer até 11% em 2026, o dado não deve ser lido apenas como uma boa notícia para o setor. 

Para quem pretende atuar como parceiro Embracon, ele aponta uma oportunidade comercial concreta. Indica que mais pessoas devem considerar o consórcio, mas nem todas vão entender sozinhas como essa modalidade se encaixa no momento financeiro delas.

O cliente de 2026 tende a chegar mais informado, porém também mais desconfiado. Ele vê financiamento caro, renda pressionada, orçamento doméstico disputado por várias prioridades e, ao mesmo tempo, continua querendo comprar carro, imóvel, moto, serviço ou ampliar patrimônio. A demanda existe, mas mudou a tolerância ao custo do crédito. 

Nesse cenário, o parceiro que sabe vender não começa a conversa decorando vantagens. Ele lê o momento do cliente, identifica a objeção antes que ela apareça e posiciona o consórcio como uma forma mais planejada de compra. 

A popularidade prevista para 2026, portanto, não elimina a necessidade de uma boa venda. Ela aumenta o valor de quem sabe conduzir essa venda com método.

Acompanhe a leitura! 

Por que o consórcio deve ganhar mais espaço em 2026?

A projeção da ABAC aponta que o setor pode repetir ou até superar o desempenho de 2025, ano em que a meta de crescimento de 8% nas vendas de cotas foi ultrapassada com folga, chegando a 15%. 

Para 2026, a expectativa é de alta de até 11%, sustentada por fatores como possível estabilização da inflação, eventuais reduções na Selic, queda do desemprego e maior consciência do brasileiro sobre planejamento financeiro.

Para o parceiro, esse dado serve menos como estatística e mais como argumento de contexto. Ele mostra que o consórcio não está sendo procurado apenas por quem “não conseguiu financiar”. Essa leitura é fraca e limita a venda. 

O crescimento indica que mais consumidores estão comparando métodos antes de assumir compromissos longos.

Ou seja, muda o tom da conversa. Ao invés de apresentar a modalidade como uma saída secundária, o vendedor pode mostrar que existe um movimento maior de mercado: pessoas e empresas estão buscando formas de comprar sem transformar o crédito em peso excessivo no orçamento. 

Como o consórcio se conecta ao cliente que pesquisa mais antes de comprar?

O cliente que compara não é um problema para o vendedor. Ele é, muitas vezes, o melhor cliente para uma venda bem conduzida.

Quem pesquisa financiamento, CET, taxa de administração, carta de crédito e lance já está em processo de decisão. O que falta é organização das informações. Nesse ponto, o parceiro entra como alguém que ajuda o cliente a separar pressa de estratégia.

O consórcio é compatível com esse perfil porque não depende da promessa de liberação imediata para fazer sentido. Ele se apoia em planejamento, formação de grupo, contribuição mensal, possibilidade de contemplação e uso da carta de crédito para compra à vista. 

Quando isso é explicado com clareza, a modalidade deixa de parecer “espera” e passa a ser entendida como um método de aquisição estruturado. 

Portanto, a diferença está na condução. Se o vendedor fala apenas “não tem juros”, perde profundidade. Se mostra que o cliente pode manter poder de compra, planejar o orçamento e negociar melhor no momento da contemplação, a conversa ganha outro nível.

Onde o consórcio mais cresce e o que isso revela para a venda?

Os segmentos projetados pela ABAC ajudam o parceiro a entender onde estão as melhores aberturas de conversa. 

O consórcio de imóveis, por exemplo, tem expectativa de crescimento de 25% em 2026. O número chama atenção porque vem depois de um avanço de 36% em 2025, quase o dobro do estimado para aquele ano. Desde 2019, o segmento mantém média anual de crescimento de 21%.

Dessa maneira, revela um público que não abandonou o desejo de comprar imóvel, mas está buscando alternativas menos agressivas do que o financiamento tradicional. Para quem vende, essa leitura é valiosa. O argumento não precisa ser “compre agora”. Pode ser: “vamos estruturar sua compra de forma mais inteligente”.

Nos veículos leves, a projeção é de crescimento de 6% em 2026, depois de um avanço de 9,4% em 2025. Em motocicletas, a estimativa é de 7%, após um crescimento de 8,3%. Já os serviços devem crescer 8,5%, mantendo a recuperação iniciada depois da pandemia. Enquanto eletroeletrônicos e bens duráveis, após alta expressiva de 51% em 2025, ainda têm previsão de avanço de 20%.

Para o parceiro, considere isso um portfólio. Ou seja, não se trata de uma venda presa a um único tipo de cliente. Há espaço para conversar com quem quer moradia, mobilidade, equipamento, serviço, expansão profissional ou compra planejada.

Como o consórcio vira argumento para quem quer vender melhor?

A popularidade de uma modalidade não vende sozinha. O que vende é a capacidade de transformar informação em decisão.

Quando o parceiro diz que o consórcio pode crescer até 11% em 2026, ele não deve jogar o número solto na conversa. O dado precisa entrar como reforço de confiança: há um movimento consistente no mercado, há segmentos crescendo acima do esperado e há consumidores adotando essa solução por planejamento, não por falta de opção.

Uma abordagem mais forte seria: “Muitos brasileiros estão revendo a forma de comprar porque financiar ficou caro. O mercado de consórcios vem crescendo justamente porque permite planejar a aquisição sem depender de juros de financiamento.”

Perceba a diferença. A frase não empurra o produto. Ela interpreta o cenário. Vendedor que interpreta cenário tende a ser mais ouvido do que aquele profissional que apenas repete benefício.

Seja um parceiro do consórcio Embracon!

Vender para um cliente que quer planejamento exige outro tipo de postura. Não adianta tratar a conversa como uma corrida para fechar proposta. 

O cliente precisa entender valor, prazo, possibilidades de lance, contemplação, uso da carta de crédito e adequação da parcela à renda.

Nesse sentido, o parceiro Embracon ganha ainda mais relevância. A Embracon oferece estrutura para que esse profissional não atue de forma improvisada, portanto,estão disponíveis treinamentos, suporte contínuo, ferramentas digitais, materiais de marketing, plataforma de gestão, portfólio diversificado e acompanhamento de resultados. 

Para quem já vende crédito, seguro, financiamento, produtos financeiros ou atua com carteira própria de clientes, a distância entre intenção e operação será reduzida.

Conheça as oportunidades, acesse a página de parceria da Embracon e fale com a equipe responsável pelo atendimento a novos parceiros.