Tem uma diferença importante entre aquilo que o mercado empurra e aquilo que o cliente já chega querendo. No consórcio, isso fica evidente rapidamente.
Você pode explicar, argumentar, contornar objeções… ou pode entrar em uma conversa que já começa com interesse real. E, hoje, se existe um segmento que costuma abrir portas com menos resistência, é o consórcio de imóveis.
Não porque ele seja mais simples. Muito pelo contrário. Mas porque ele se conecta com uma decisão que o brasileiro dificilmente ignora: a construção de patrimônio.
Nesse sentido, quando um produto se conecta com algo estrutural na vida do cliente, ele deixa de ser apenas uma opção. Ele vira prioridade.
Confira!
Por que o consórcio de imóveis se mantém como protagonista no sistema financeiro?
O crescimento do consórcio de imóveis não é um fenômeno recente, nem um pico isolado. Em 2025, o segmento consolidou uma posição que já vinha sendo construída: tornou-se responsável por 56,7% de todo o volume de crédito contratado dentro do Sistema de Consórcios.
Ou seja, mais da metade de tudo o que foi contratado no setor passou pelo imobiliário.
Em valores absolutos, o número chama ainda mais atenção: foram R$283,53 bilhões em créditos comercializados, contra R$191,11 bilhões no ano anterior, um avanço de 48,4% em apenas um ano.
Mas esses números só fazem sentido quando a gente entende o que está por trás deles. O brasileiro não deixou de querer imóvel. Ele apenas passou a repensar a forma de adquirir.
Com juros elevados no financiamento e maior cautela em assumir dívidas longas, o consórcio passou a ocupar um espaço que antes era quase automático: o do crédito tradicional.
Como o consórcio de imóveis se encaixa no momento financeiro do brasileiro?
Existe um certo cansaço em relação a decisões financeiras que parecem resolver o problema no curto prazo, mas pesam por anos.
O financiamento imobiliário, para muitos brasileiros, entrou nesse lugar. O consórcio de imóveis aparece como um contraponto mais racional. Ele não promete imediatismo. Ele organiza.
E isso conversa diretamente com o momento atual. Hoje, o cliente quer previsibilidade, evita comprometer a renda com juros altos e, claro, busca alternativas que não desestabilizam o orçamento.
Nesse cenário, o consórcio não precisa ser “vendido” como algo revolucionário. Ele precisa ser apresentado como algo coerente. E coerência, quando bem explicada, converte.
Por que o consórcio de imóveis é um produto tão forte para quem vende?
Agora, olhando do ponto de vista do parceiro, a força do consórcio de imóveis fica ainda mais evidente. Não é só sobre demanda. É sobre estrutura de venda.
Em 2025, o segmento registrou 1,35 milhão de novas adesões, com crescimento de 36% em relação a 2024. Ou seja, não estamos falando de um produto de nicho, estamos falando de escala.
Ao mesmo tempo, o ticket médio anual chegou a R$209,76 mil, um dos maiores do sistema.Essa combinação, alto volume com alto valor, é rara.
Também envolve estratégia de compra porque permite trabalhar com metas mais consistentes, faturamento mais robusto por venda e maior previsibilidade de resultado
Além disso, existe um efeito indireto que pesa muito na prática. O cliente que entra em um consórcio imobiliário tende a estar mais envolvido com a decisão. Ele acompanha, pergunta, entende o processo.
Como o consórcio de imóveis constrói uma carteira consolidada ao longo do tempo?
Uma carteira forte não se constrói só com vendas. Se constrói com permanência. E o consórcio de imóveis tem uma característica importante nesse sentido: ele acompanha o cliente por mais tempo.
Em 2025, o número de participantes ativos chegou a 2,83 milhões, com crescimento de 32,9%. Além desses dados indicarem resultados em mais vendas, mais pessoas mantêm vínculo com o produto.
Além disso, houve 145,37 mil contemplações no ano, um aumento de 26%, e os créditos disponibilizados ultrapassaram R$30,24 bilhões.
Mais brasileiros estão acessando o crédito e concretizando objetivos. Consequentemente, tem um impacto direto na venda.
Porque o cliente contemplado valida o produto, gera prova social e abre novas oportunidades. O consórcio deixa de ser uma promessa e passa a ser algo visível.
Por que o consórcio de imóveis exige menos convencimento e mais direcionamento?
Existe uma diferença importante entre vender algo que o cliente não pensou e organizar algo que ele já quer.
O consórcio de imóveis entra mais no segundo caso. Poucas pessoas precisam ser convencidas de que um imóvel é importante. O que elas precisam é de um caminho viável.
Não faz sentido começar explicando regras, taxas ou funcionamento. Seria uma conversa técnica demais. Faz mais sentido começar pelo contexto: você pretende comprar um imóvel nos próximos anos? Já avaliou o financiamento? O que te travou até agora?
Quando essas respostas aparecem, o consórcio entra de forma natural. Não como argumento, mas como solução.
No entanto, o ponto mais relevante não é apenas a liderança do consórcio de imóveis em participação de mercado. É o fato de que essa liderança se sustenta em algo mais profundo: o comportamento do consumidor.
O imóvel continua sendo prioridade de vida, uma conquista totalmente vinculada à segurança. E enquanto isso for verdade, o produto que melhor organiza esse caminho tende a liderar.
Em um mercado no qual o imóvel segue como prioridade para o brasileiro, contar com uma parceria faz diferença na hora de vender mais e melhor.
Entre em contato e seja um parceiro.
