2025 é o ano do consórcio de motos?

2025 é o ano do consórcio de motos?

O consórcio de motos vem ganhando força a cada ano que passa. Com juros altos e crédito cada vez mais restrito, muitos consumidores passaram a buscar alternativas mais inteligentes para conquistar sua moto sem apertar o orçamento.

Em 2025, o segmento registrou crescimento expressivo, com mais participantes, maior volume de crédito e um papel ainda mais relevante dentro do Sistema de Consórcios.

Por trás desse avanço, está a razão clara de que a moto deixou de ser apenas um meio de transporte. Para muitos brasileiros, ela é ferramenta de trabalho, fonte de renda e, claro, sinônimo de independência. 

Para quem trabalha com vendas ou acompanha o mercado, entender o crescimento do consórcio de motos é compreender uma tendência que aponta diretamente para onde estão as melhores oportunidades.

Confira! 

Por que o consórcio de motos cresceu em 2025

O consórcio de motos encerrou 2025 como o segundo maior segmento do Sistema de Consórcios em número de participantes ativos. Em dezembro, o total chegou a 3,22 milhões de consorciados, acima dos 3,03 milhões registrados no mesmo período de 2024. 

Esse crescimento de 6,3% mostra uma base maior de consumidores aderindo à modalidade e reforça a importância econômica do setor. 

O avanço da base ativa veio acompanhado do aumento nas vendas de cotas. Entre janeiro e dezembro de 2025, foram comercializadas 1,44 milhão de cotas, ante 1,33 milhão em 2024. O crescimento foi de 8,3%. Ou seja, mais pessoas passaram a enxergar no consórcio uma forma viável de planejar a aquisição da motocicleta.

Esse movimento faz sentido quando olhamos para o comportamento do mercado. A moto deixou de ser vista apenas como uma compra de entrada ou uma solução provisória. Em muitos casos, ela se tornou uma escolha racional. 

Serve para deslocamento diário, para reduzir custos com transporte, para apoiar atividades profissionais e para ampliar independência. Quando a motocicleta ocupa tantos papéis ao mesmo tempo, o consórcio de motos deixa de ser uma alternativa secundária e passa a ser um mecanismo de acesso bastante coerente.

O que os números do consórcio de motos revelam sobre o mercado

Se o crescimento da base já chama atenção, os indicadores financeiros tornam o cenário ainda mais expressivo. O principal destaque de 2025 foi o avanço dos créditos comercializados. 

O consórcio de motos movimentou R$30,48 bilhões no acumulado do ano, frente aos R$25,82 bilhões registrados em 2024. Isso representa alta de 18,0%, a maior variação percentual entre os indicadores do segmento no período.

Esse dado merece leitura cuidadosa. Não estamos falando apenas de mais cotas vendidas, mas de maior volume financeiro contratado. Dessa maneira, o mercado das motocicletas por consórcio não cresceu só em quantidade. Cresceu em valor. 

E quando um segmento consegue avançar simultaneamente em adesões e em crédito comercializado, o sinal costuma ser claro: existe demanda, existe tração e existe percepção de valor.

Outro indicador que ajuda a entender esse comportamento é o tíquete médio. Em dezembro de 2025, ele alcançou R$21,14 mil, acima dos R$19,77 mil observados no mesmo mês do ano anterior. A alta foi de 6,9%. 

O aumento do tíquete mostra que o consórcio de motos acompanhou não apenas o crescimento das vendas, mas também uma valorização do crédito médio contratado. 

Nesse sentido, pode refletir mudanças no perfil dos bens buscados, no valor dos modelos desejados e na maior disposição do consumidor em organizar aquisições mais relevantes financeiramente.

Como o consórcio de motos impacta a circulação de crédito

Há um ponto importante que costuma passar despercebido em análises superficiais: não basta vender. É preciso observar o crédito que efetivamente chega à ponta. Nesse aspecto, o consórcio de motos também encerrou 2025 em alta.

O volume de créditos disponibilizados atingiu R$14,25 bilhões no acumulado do ano, superando os R$13,46 bilhões liberados em 2024. O crescimento foi de 5,9%

Portanto, quer dizer que mais recursos foram colocados à disposição dos consorciados contemplados, ampliando o impacto do sistema na cadeia de comercialização de motocicletas.

Esse ponto é particularmente importante porque traduz a força prática do segmento. Quando o crédito é disponibilizado, o consórcio deixa de ser promessa e passa a operar diretamente na circulação econômica. Há mais capacidade de compra, mais possibilidade de renovação, mais movimento no mercado.

As contemplações, é verdade, registraram leve recuo. Em 2025, foram 675,77 mil, contra 693,63 mil em 2024, queda de 2,6%. Foi o único indicador anual a apresentar variação negativa. 

Ainda assim, o conjunto dos dados permanece bastante positivo. Afinal, o segmento cresceu em participantes ativos, em cotas vendidas, em créditos comercializados, em tíquete médio e em créditos disponibilizados. 

Dessa forma, ajuda a responder com mais segurança à pergunta inicial: sim, 2025 pode ser lido como um ano muito forte para o consórcio de motos.

Por que o consórcio de motos chama a atenção de quem vende? 

Quem trabalha com consórcio percebe isso rápido: tem produto que você precisa “explicar demais” e tem produto que já chega com espaço aberto na conversa. O consórcio de motos costuma estar no segundo grupo.

Não porque ele seja mais simples, mas porque ele se encaixa em decisões que o cliente já vem maturando há algum tempo.

A moto raramente aparece como um desejo distante. Ela costuma surgir como solução concreta: diminuir o tempo no trânsito, reduzir gastos com transporte, viabilizar um trabalho, organizar a rotina. Em muitos casos, o cliente já pensou nisso, só não conseguiu estruturar a compra ainda.

E é nesse ponto que a venda muda de natureza. Você não entra para criar necessidade. Entra para dar forma a algo que já está ali.

Com isso, a conversa fica menos travada. Em vez de começar com explicações técnicas, você começa a entender o contexto. O interessado fala do problema, do plano, do que está adiando, e o consórcio aparece como caminho possível dentro dessa lógica.

Outro aspecto que pesa é a diversidade de situações em que a moto faz sentido. Não existe um único perfil dominante. Tem quem busca economia, tem quem precisa trabalhar, tem quem quer mais autonomia no dia a dia. O produto atravessa essas realidades sem precisar ser forçado.

Com o consórcio de motos, você consegue ajustar a conversa com mais precisão, porque o ponto de partida muda de cliente para cliente, mas o produto continua fazendo sentido.

O que fez do consórcio de motos uma oportunidade estratégica em 2025?

Quando um segmento cresce em quase todos os indicadores, ele passa a merecer leitura estratégica. Em 2025, o consórcio de motos mostrou que não depende apenas de circunstâncias favoráveis para performar bem. Mesmo em um ambiente econômico que exige mais cautela do consumidor, o produto continuou ganhando espaço.

Essa resiliência decorre de algo simples: a moto segue sendo solução prática para milhares de brasileiros. E quando o bem continua desejado, a modalidade que melhor organiza sua aquisição tende a ganhar força. 

O consórcio entra exatamente nesse ponto. Ele não oferece atalho; oferece estrutura. E, em momentos de orçamento apertado, a estrutura vale muito.

Para quem vende, isso abre uma frente importante. Não se trata apenas de acompanhar uma tendência passageira, mas de atuar em um segmento com capacidade real de sustentação. 

O crescimento de 18,0% nos créditos comercializados, o aumento de 8,3% nas vendas de cotas e a alta de 6,3% na base ativa mostram que o consórcio de motos não está apenas se mantendo. Está avançando.

Como a parceria com a Embracon fortalece a atuação no consórcio de motos

Toda essa leitura de mercado precisa desembocar em uma pergunta: com quem vale construir essa atuação? É aqui que a estrutura da Embracon ganha relevância. 

Empresas de diversos setores contam com a segurança, a solidez, o suporte e o atendimento personalizado de uma das maiores administradoras de consórcio do Brasil. Certamente, faz diferença quando o objetivo é vender com mais consistência.

A atuação por parceria permite diferentes formatos. Os parceiros estratégicos incluem representantes de consórcios, seguros, investimentos e créditos variados que oferecem os produtos Embracon em seu portfólio. 

O modelo White Label atende grandes marcas que confiam suas carteiras de clientes de consórcio à administração da empresa, incluindo montadoras, bancos e cooperativas. 

Ademais, o formato Convênio se dirige a empresas que desejam oferecer benefícios exclusivos aos colaboradores, com condições especiais em consórcios e outros produtos financeiros.

Essa estrutura importa porque o crescimento do mercado, sozinho, não basta. É preciso respaldo institucional, operação confiável, canais de atendimento, suporte comercial e uma marca capaz de sustentar a jornada do cliente. 

Quando o consórcio de motos cresce, soma-se a ele a necessidade de uma parceria preparada para transformar interesse em resultado.

Se 2025 confirmou a força do segmento, 2026 é um bom momento para ampliar sua atuação com o apoio de uma administradora experiente, autorizada pelo Banco Central e presente nacionalmente. 

Entre em contato e seja um parceiro.